quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Que MMIX traga à dignidade os brasileiros!

Colagem digital: HB.
Novos posts após o dia 02 de janeiro. Agradecemos a frequentação ao Blog HB desejando um suntuoso réveillon — com borbulhas de Dom Pérignon Vintage 2008 da Moët & Chandon — a todos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

UFPA: mais uma vez: CAÇAMBA*!

Chegou ao fim o calvário de Carlos Maneschy?
Todos acreditamos que sim, pois ao término da reunião do Conselho Universitário da Universidade Federal do Pará, o presidente do CONSUN, professor doutor Alex Bolonha Fiúza de Mello, apertou-lhe a mão e o proclamou reitor eleito e, até que enfim, esta notícia consta do Portal da UFPA:
http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=2665.
Tentaremos resumir os destaques das exatas sete horas de reunião do Conselho Universitário:
A reunião é aberta pelo reitor, presidente do CONSUN, Alex Bolonha Fiúza de Mello, que distribui e lê uma carta que dentre outras insignificâncias fala de uma campanha difamatória contra ele na mídia, inclusive nos nossos miseráveis blogs. Essa parte, para tristeza do vaidoso Alex, não é transmitida pela Web. Leiam a magnífica missiva em:
http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=2664
O advogado da chapa derrotada (Regina/Licurgo) que interpôs recurso para recontagem de votos faz suas explanações na tribuna. A galera do direito, com especial destaque à gloriosa aula da professora Marlene Rodrigues Freitas, demole os frágeis argumentos desse expediente.
O professor doutor Afonso Medeiros, em defesa de sua chapa, achincalha a Comissão Eleitoral — ápice da reunião e fato fundamental à derrocada da manobra golpista do reitor.
O professor Petrus Alcantara Júnior, presidente da Comissão Eleitoral, faz-se rocha e nega, a partir de comprovações, qualquer deslize que justificasse a recontagem dos votos — uma questão de honra tanto para ele quanto para os membros desta e o próprio Conselho.
Antes dos encaminhamentos os ouvintes e os conselheiros impedidos retiram-se da sala de reunião dos Conselhos Superiores.
Apesar do reitor Alex fazer malabarismos com a sociologia e o direito chega-se à determinação de que se votará como reza a pauta: 1)Homologação do resultado das urnas; e 2)Recurso.
O CONSUN com inicialmente 45 votos — porque a estes se somam, para surpresa do reitor, dois votos da mesa: dos seus pró-reitores Roberto Dall'Agnol e Sinfrônio Brito Moraes — homologa o resultado do pleito aferido pela Comissão Eleitoral.
A segunda votação, que trata do acatamento do recurso da chapa Regina/Licurgo, obtém 30 votos.
Quatro conselheiros se abstêm de votar — incluindo o professor Petrus Alcantara Júnior, presidente da Comissão Eleitoral.
Resultado final: 47 x 30.
Carlos Edilson de Almeida Maneschy é anunciado publicamente, pelo presidente do CONSUN, o novo reitor da Universidade Federal do Pará.
A mixórdia, gerada pela diferença de 29 votos dos técnico-administrativos, foi resolvida no CONSUN pelos votos dos conselheiros, assim distribuídos em porcentagem: 58,024% pró Resultado da Consulta à Comunidade Acadêmica; 37,037% pró Recurso e 4,938% de abstenções.
As figuras de sumo relevo na espetacular reunião do CONSUN:
1º)A professora Marlene Rodrigues Freitas pelo conhecimento do Direito e oratória;
2º)O professor Petrus Agrippino de Alcantara Junior pelo comportamento indiscutivelmente probo na presidência da Comissão Eleitoral; e
3º)O professor DOUTOR José Afonso Medeiros Souza pelas asneiras que proferiu à Comissão Eleitoral provocando a ira da maioria dos conselheiros.
Maiores detalhes dessa reunião do CONSUN no Blog do Barata:
http://novoblogdobarata.blogspot.com/.
Nesse periódico virtual, o jornalista Augusto Barata postou, a partir da transmissão online, suas impressões do encontro da cúpula da UFPA.
PS.: A reunião do CONSUN realizou-se ontem, dia 22 de dezembro, segunda-feira, de 09 às 16 horas. Só postamos agora porque passeamos de CAÇAMBA madrugada a dentro!

*CAÇAMBA: pelas razões justas essa basculante tornou-se símbolo no Comité Maneschy.

sábado, 20 de dezembro de 2008

UFPA: conselheiros, não borrem suas imagens!

O Blog HB deseja que o Conselho Universitário da Universidade Federal do Pará honre a postura democrática que dele se espera, nada mais.
Que amanhã, domingo, todo o aparato tecnológico necessário à transmissão online, prometida no Portal da UFPA — http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=2655 —, esteja instalado e testado, para que não surjam, na segunda-feira, falhas que possam frustrar as expectativas da Comunidade Acadêmica que, com absoluta certeza, lá estará para acompanhar a homologação do “exercício da cidadania” universitária expresso por um sufrágio sem vícios.
Que cada conselheiro tenha consciência de seu papel no processo histórico da Instituição e ratifique veementemente a autonomia universitária constitucional.
Que os impedimentos regimentais aos membros do CONSUN com interesses particulares na pauta do dia sejam obedecidos porque esta é a norma da casa — se não à suspeição do reitor, que ele se abstenha voluntariamente do voto, já que sua imparcialidade fora comprometida por declarações públicas aos meios de comunicação.
Não é agradável para nenhum membro da Comunidade Acadêmica presenciar comportamentos torpes que maculem imagens individuais e, por contágio, a de sua mais soberana corte.
Que o reitor, professor doutor Alex Bolonha Fiúza de Mello, tenha a inspiração magnânima de bem presidir o encontro da cúpula universitária, sem escorregar em casuísmos ou deslustres.
Que todos os textos produzidos sobre golpes tenham sido meros frutos das mais férteis imaginações, ou do excesso de sol deste atípico dezembro de 2008.
Que o CONSUN não borre sua asseada imagem nas telas globais!

Imagem: aquarela de HB.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

UFPA: conselheiro suspeito, conselheiro impedido!

Regina Feio Barroso e Lucurgo Brito impetraram recurso extemporâneo à Comissão Eleitoral do CONSUN para recontagem dos votos e, por unanimidade, lhes foi negado, contudo, recorrem ao Conselho Universitário, em última instância, no dia 22 de dezembro vindouro — mesma ocasião em que se deve homologar o resultado das urnas.

A chapa em questão, situacionista, tem em sua equipe administrativa vários conselheiros com direito a voz e voto no CONSUN; tais indivíduos, por puro bom senso, deveriam ser impedidos, junto com os conselheiros que integram a chapa de Maneschy (e/ou todas as concorrentes):

1. Regina Feio Baroso (CONSELHEIRA); 2. Licurgo Brito (CONSELHEIRO); 3. Julio Cesar Pieczarka (SUPLENTE DE CONSELHEIRO); 4. Maria de Nazaré dos Santos Sarges (CONSELHEIRA); 5. Carlos Alberto Batista Maciel; 6. Sibele Maria Bitar de Lima Caetano (CONSELHEIRA); 7. Simone Baia (CONSELHEIRA); 8. Afonso Medeiros (CONSELHEIRO); 9. José Carlos de Araújo Cardoso Filho; 10. Luiz Otávio Mota Pereira (CONSELHEIRO); 11. Edna Maria Ramos de Castro (CONSELHEIRA); e 12. Ney Cristina Monteiro de Oliveira (CONSELHEIRA).

UFPA: votou, acabou!

Recurso para recontagem de votos no CONSUN — Conselho Universitário — da UFPA — Universidade Federal do Pará — é o cúmulo da sandice.

Os votos foram contados diante dos fiscais de todas as chapas e não registrou-se irregularidades nas atas das mesas apuradoras.

A máquina administrativa tanto estava a serviço da chapa da professora Regina Feio que o resultado de sua derrota foi sabido bem antes, no Instituto de Geociências, que Maneschy soubesse que fora eleito reitor, no Laboratório de Engenharia Mecânica.

O banco de dados da professora Regina era tanto mais confiável que nós fomos ao estacionamento do IG, vimos o debandar inconsolável do seu comitê e tivemos certeza absoluta da vitória de Carlos Maneschy.

As urnas viraram lixo, não servem para mais nada porque ninguém confia em seu conteúdo.

Se o poder instituído da UFPA trabalhou em prol de Regina, incluindo aí o próprio reitor como seu mais efetivo cabo eleitoral, quem seria ingênuo o suficiente para crer que as urnas estariam intactas? Emprenhar urnas “dentro de casa” é um maná.

Ser democrata somente quando ganha parece impregnar a chapa oficial.

Em uma eleição que concorremos com um dos membros da equipe que Regina escolheu para auxiliá-la, ganhamos. Por mais que houvesse Comissão Eleitoral instituída pelo Conselho de Centro e as eleições fossem para todas as coordenações e departamentos, a trupe de apoio ao adversário (também situacionista) apareceu com uma urna, literalmente debaixo do braço, e propôs, em reunião departamental, “nova votação” somente com os membros definidos no Regimento da UFPA, argumentando que aquilo (a regular, paritária e democrática Consulta à Comunidade Acadêmica) fora apenas uma “consulta”, sem valor algum. Foram escorraçados da reunião e saíram com o rabo entre as pernas. O reitor custou, mas assinou nossa portaria, depois do arquivamento de um processo comprovadamente viciado e perseguidor.

Dois anos depois uma enxurrada de votos entre professores, funcionários e alunos de um dos dois cursos nos reconduziu à função. Sem fôlego o desafeto, já conselheiro do CONSUN por indicação do reitor, articulou a extinção do nosso departamento naquele Conselho Universitário. Brigamos e conseguimos garantir o que fora chamado de “interregno”, por cinco meses, até o final do nosso segundo mandato consecutivo e a transferência de alguns professores descontentes com esse procedimento autoritário (as bases jamais foram consultadas) — trabalhamos com mordaça e camisa-de-força até o último dia transcrito na portaria do reitor.

(http://www.adufpa.org.br/arquivos/File/ja2006/ja05_2006.pdf)

Democracia não é para todo mundo, tem gente que nunca ouviu falar nessa doutrina, muito menos a exercitou.

Não há possibilidade alguma de mudança no resultado já oficializado pela Comissão Eleitoral. Ninguém respeitará outro que não Carlos Edilson de Almeida Maneschy, reitor eleito nas urnas com regras claras pré-estabelecidas pelo Conselho Universitário.

Conselheiros que fazem parte de chapas devem ser impedidos de votar na reunião do CONSUN, aliás, nem deveriam comparecer à reunião — a não ser que todos os candidatos (cabeças de chapa) sejam convidados para, calados, assisti-la.

Os componentes da chapa oficial (Regina/Licurgo) são conselheiros do CONSUN, se seus votos forem contabilizados, mais o do reitor, será a concretização do golpe anunciado.

P.S.: As urnas utilizadas na UFPA não foram eletrônicas e sim de lona. A imagem acima é simbológica: VOTOU PT SAUDAÇÕES!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Campanha "CONSUN ON LINE":

A reunião do CONSUN será na segunda-feira, dia 22 de dezembro de 2008, às 9 horas. A UFPA divulgou, na tarde do dia 18, que haverá transmissão online e dois telões: um no Auditório da Reitoria e outro no Auditório Setorial do Campus Básico.

Estaremos lá!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CONSUN-UFPA tem de ser ON-LINE.

Diante da freqüência dos rumores de que há orquestração de golpe à homologação do resultado da Consulta à Comunidade Acadêmica da UFPA, que apontou Carlos Edilson de Almeida Maneschy seu futuro reitor, não se pode esperar nada mais, nada menos, que uma transmissão ao vivo, pela Internet, da reunião do Conselho Universitário.
A hipótese de subversão da ordem estatutária e regimental, por parte da chapa oficial, preocupa não só o meio acadêmico, mas o Pará.
A UFPA, um estandarte da democracia regional, não pode arriscar-se ao descrédito perante a sociedade civil, portanto, a transmissão online da reunião do CONSUN é obrigação e prestação de contas da instituição ao país e ao mundo — porque há fortes relações nacionais e internacionais no meio acadêmico.
Em uma reunião online não cabem subterfúgios ou covardias. O que lá for dito ecoará pelos quatro cantos do planeta.
O debate entre as chapas candidatas à reitoria e vice-reitoria ocorrido no ginásio de esportes foi transmitido online e sua gravação pode ser vista no espaço destinado à “Eleição para Reitor e Vice-reitor 2009-20013” (
http://www.portal.ufpa.br/interna_ele.php) linkado no Portal da UFPA (http://www.portal.ufpa.br/) como parte das informações do processo de Consulta à Comunidade Universitária.
Esse lugar virtual não recebe nenhuma postagem desde o dia 02 de dezembro passado, véspera das eleições. O resultado das urnas e o teor do recurso da chapa situacionista não foram ali transcritos, quebrando a conduta de transparência dos procedimentos da Comissão Eleitoral.
O portal da UFPA é silente sobre as ocorrências que dizem respeito ao processo sucessório da reitoria/vice-reitoria.
A ausência de informações precisas suscita que urdi-se um golpe (como um Golpe de Estado, com protagonistas ligados à máquina governamental) para fazer valer a vontade do atual reitor em empossar a professora Regina Feio — sua vice e segunda colocada no pleito.
As regras foram estabelecidas, as inscrições homologadas, a eleição transcorreu de modo salutar, a Comissão Eleitoral divulgou o resultado (relampeado no Portal) e aguarda-se, apenas, que tudo seja sacramentado pelo CONSUN.
Entretanto, com tanta nebulosidade e hesitação, não há outro caminho que não a transmissão online da reunião que promete ser a mais frenética dos últimos sete anos no Conselho Universitário — e, principalmente, do lado de fora da sala da Secretaria Geral dos Conselhos Superiores.

Detalhe sinistro: todos os componentes da chapa da situação tem assento no CONSUN com direito à voz e voto. Pode um troço desses?

Foto retirada de: http://www.ufpa.br/portalufpa/interna_CONSUN.php

domingo, 14 de dezembro de 2008

Do modelo transitório à arquitetura efêmera.

Tarefa: criar um estande para uma feira hipotética. Você inventa o seu produto ou serviço, concebe uma logomarca e transmite um conceito formal pela representação bidimensional.
A área delimitada entre 08x12 metros pode suportar elementos suspensos em até oito metros de altura. Não há vizinhos colados, somente a circulação separa um estande de outro.
Cabos de aço permitem que coisas* flutuem como móbiles.
A figura humana é indispensável à percepção de escala na representação gráfica e a técnica varia da pura à mista.
Como sair dessa sinuca de bico?
Criatividade e percepção visual não são espasmos cerebrais ou bênçãos, mas exercícios árduos que avançam com a experimentação laboratorial.
Portanto:


Aquarela e nanquim.


Aquarela e nanquim.

Aquarela, nanquim, lápis, lápis de cor e caneta bic.


Caneta bic e aquarela.

Estudos à logomarca: figuras (bidimensionais) "enxutas" e pregnantes que possam assumir uma forma (tridimensional) no estande.

Mas de onde veio isso?

De um procedimento simples:
1) uma mesa;
2) uma escada;
3) barbantes;
4) dois automóveis em miniaturas; e
5) alguns pregadores de roupa (proporcionais ao conjunto).
Nada de mais:


Os componentes são manipuláveis e permitem diversas combinações. A fotografia (que também pode ser capturada por um simples celular) dá opções de pontos de vista próximos à situação real. Um equipamento com mais recursos permitiria a representação da luz, sombras e reflexos planejados.


Vista do conjunto estrutural da experimentação.

A idéia de um estande "limpo" com automóveis dependurados surgiu no Laboratório de Modelos junto com o Hélio Canto, só desenvolvemos um método de execução para exemplo à turma. Tudo pode ficar bem melhor que isso, basta boa vontade e interesse individual. Detalhe: a montagem da estrutura e a materialização das imagens demoraram três horas e meia, incluindo a digitalização e postagem no blog.

*Das coisas nascem coisas — Bruno Munari. Pelo menos!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A UFPA é só fuxico.

Enquanto se aguarda a reunião do CONSUN, que finalizará o processo sucessório do reitor na UFPA, fantasmas arrastam grilhões para assustar as paredes do Campus do Guamá.
Paciência: é o peso da derrota de uns poucos CONSELHEIROS em um jogo com regras aprovadas por eles próprios; ou, se impedidos, por seus pares e companheiros de chapa; no mesmíssimo Conselho Universitário que homologará o resultado das urnas.
Primeiro (e recorrente) a “recontagem dos votos”: quem daria crédito a um ato intempestivo que, além de macular a Comissão Eleitoral (composta também por CONSELHEIROS), pareceria um belo arranjo natalino?
Por último os termos “ganhou, mas não leva”, “é reitor de fato, mas não de direito”, “ele está na lista dos inelegíveis da FADESP” — incógnito tribunal —, etc.. Frases de efeito (retardado) que sugerem um recurso à Justiça para impedir que o reitor Maneschy assuma a função para a qual fora eleito.
Bobagens: as universidades públicas federais são constitucionalmente autônomas para realizar suas "consultas prévias" e as jurisprudências apontam ratificações às deliberações dos conselhos universitários que ilustram a LDB na representatividade colegiada docente — 70%.
O “exercício da cidadania”, expresso pelo sufrágio, foi negligenciado por alunos e professores da Universidade Federal do Pará, mais nada.
Essas duas categorias abriram mão, de modo voluntário, de seus poderes decisórios.
Matematicamente os votos dos técnico-administrativos, além de superar em números absolutos, subjugaram os das outras duas categorias pela freqüência às urnas.
Lembremo-nos que a fórmula estabelece o universo de cada segmento universitário como denominador. Significa dizer: faltar à votação é determinante à desqualificação do voto grupal; independentemente da quantidade expressa, desproporcional à totalidade.
A ausência de alunos e professores no dia da eleição pode ser resumida em um único recado desses aos engajados funcionários:
“—Vocês conhecem, vocês decidem, nós não estamos nem aí!”. ["nem aí" = "sequer nesse lugar" (para votar)]
Como diria, com extrema propriedade, o saudoso Ex-Governador do Pará, Clóvis Moraes Rêgo: "Então, te fode!" fofoqueiro! A UFPA não é salão de beleza!
_____________________
P.S.: Dezenove dias antes da declaração pública de apoio a Carlos Maneschy postamos:
Os cometários comprovam que jamais houve espaço às inocências na UFPA.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Jaime Bibas e os ônibus-zepelins de Belém do Pará.

Olá Haroldo; visitei o teu blog e vi, lá, duas fotos dos "zepelins" (com um só "p") de Belém. Eu andei neles...Um barato!
Rodaram por aqui na década dos anos de 1950. A foto em que também se vê uma "carrocinha de leite" foi tirada na Gov. José Malcher (ex-São Jerônimo), esquina da ex-22 de Junho, hoje Alcindo Cacela. A casa de dois pavimentos ao fundo era a do casal Pedro e Zita Moura Palha, pais do Armando e tios da Fafá de Belém. A seguir, mais duas outras, que tirei do livro CIDADE TRANSITIVA do Armando Mendes (creditadas ao acervo do Carlos Roque).
Sobre os "zepelins" ele lembra no livro:
Blog HB
"Os nossos dirigíveis foram, na verdade, criação da Viação Sul Americana, de propriedade do contador do Banco Ultramarino Clóvis Ferreira Jorge & sócios. E eram construídos na São Jorge de Ribamar Ltda., igualmente de sua propriedade. Tinham carroceria de madeira, ferro e flandres, pintados externamente na cor alumínio. O interior era em couro, alcochoado. Em vez de cobradores, eram tripulados por 'aeromoças'. No início dos anos 60 foram vendidos para Manaus e São Luiz. Antes disso, porém, inspiraram ainda uma marchinha carnavalesca assinada pelo Prof. Clodomir Colino: 'Mamãe eu quero, quero / andar de zepelim, / com tanta mulher boa / dando sopa, está pra mim'."

Foto ampliável com clique!

A primeira foto que está no teu blog, na qual o "zepelin" aparece no Largo de São Braz, indica na lateral, "Viação Triunfo" o que me faz pensar se existiam duas empresas de "zepelins". As janelas do Triunfo são, também, diferentes (será que estavam fechadas na foto?). Não lembro... Só especulo.
Abraço.
[jb]*

*Jaime Bibas.


Tese Bibânica: são modelos diferentes ou as janelas estariam apenas fechadas por causa da chuva.

Se bem analisarmos as fotografias, não perceberemos diferenças no design dos "zepelins" das duas viações.

Complementação de postagem em 27 de dezembro de 2008:

A foto, retirada do Blog Carros Antigos (http://carrosantigos.wordpress.com/2008/12/20/viacao-triunfo-belem-do-para-1957/), parece confirmar que tais coletivos foram parar, pelo menos, em São Luiz: este "zepelin" nos parece bastante avariado — quase uma sucata.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Alex Fiúza fará cumprir a vontade da Comunidade Universitária.

Um fide dignu amigo do professor Alex Bolonha Fiúza de Mello jurou que o reitor não fará absolutamente nada para modificar o resultado da Consulta à Comunidade Acadêmica oficializado na sexta-feira, dia 05, pela Comissão Eleitoral instituída pelo CONSUN.
Alex disse ao seu intelocutor que "Eleição: ou se perde, ou se ganha; mesmo que seja por um voto!".
Fiúza também está plenamente convencido que um ato de grandiosidade garantirá seu nome imaculado na história da UFPA e que, "infelizmente, carisma é intransitivo.".

Belém do Pará: curiosos ônibus da década de 1950.

Um e-mail recebido pelo Blolg HB e suas imagens anexadas formam este post:
Blog HB.
"Vejam que relíquia de nossa Cidade na década de 50. A foto do ônibus em forma de zeppelin que só existia aqui em Belém. Na segunda foto aparece ainda uma carrocinha de distribuição de leite, usada pelos donos de vacarias, geralmente portugueses, para distribuir o produto de casa em casa, em garrafas (litros) de vidro deixadas nas janelas das residências, antes do alvorecer e no início da tarde.
Alguém reconhece a rua da segunda foto
?". (Mauro Guimarães)

Imagens ampliáveis por clique!

Rua da segunda foto: Governador José Malcher esquina com a Alcindo Cacela (informação dada por Jaime Bibas).

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Carlos Maneschy é oficializado reitor pela Comissão Eleitoral.

A Comissão Eleitoral instituída pelo Conselho Universitário finalizou os trabalhos da Consulta à Comunidade Acadêmica oficializando o resultado que apontou o professor Carlos Maneschy como o novo reitor eleito da Universidade Federal do Pará. (http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=2622)
O resultado previsto para às 14 horas só foi divulgado às 16:35.
As comemorações à deliberação da Comissão Eleitoral foram às margens do rio Guamá, na orla do Vadião, logo após o discurso proferido aos presentes no hall da reitoria pelo, agora magnífico, professor Carlos Maneschy.
Faltam ainda três etapas: a homologação do trabalho da Comissão Eleitoral e a composição da lista tríplice pelo Conselho Universitário; e, finalmente, a nomeação de Maneschy-Schneider às funções de reitor-vice, pelo Presidente da República Federativa do Brasil: Luiz Inácio Lula da Silva.
Os eleitores de Maneschy não abrirão mão da presença maciça na reitoria no dia da reunião do CONSUN, a ser convocada pelo atual reitor, Alex Bolonha Fiúza de Mello, para homologação do resultado das urnas e elaboração da lista tríplice a partir da ordem decrescente dos votos obtidos de três entre os quatro concorrentes.
Os cálculos da fórmula utilizada obrigam que haja organização das categorias. Quanto menos membros de uma classe comparecem ao sufrágio, menor a força de seus votos. Os funcionários, pela presença, foram o fiel da balança. Professores e alunos ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, no exercício da democracia.
O Blog HB parabeniza o amigo professor Petrus Alcântara Júnior pelo seu trabalho à frente da Comissão Eleitoral que não contaminou-se por pressões externas de nenhuma das chapas inscritas no pleito. A contagem dos votos de Maneschy pela Comissão Eleitoral pouco diferiu da apuração paralela feita pelo seu comité.
Entrevista feita pelo jornalista Yuri Vidal, exclusiva do Blog HB, com Carlos Maneschy logo após a oficialização do resultado da consulta à Comunidade Acadêmica pela Comissão Eleitoral.
Em alta qualidade no Youtube: http://br.youtube.com/watch?v=rOOdyv1ykoM
Imagens e reportagem: Yuri Vidal com edição do Blog HB.
Nota da Memória: “A César o que é de César!” em qualquer tempo.
Alex Bolonha Fiúza de Mello (foto) sagrou-se reitor com o resultado extra-oficial sabido no início da madrugada do dia 10 de abril de 2001 — estávamos com o professor José Luiz Lopes (apoiador de Alex) no Cosa Nostra quando um telefonema anunciou o escore com vitória de Alex.
Mesmo na condição de eleitor de Maneschy, seguimos com o Zé e outros colegas partidários e apartidários para parabenizá-lo em um boteco na Pariquis com a 3 de Maio — local dos festejos de sua eleição.
A consulta à Comunidade Acadêmica fora feita com regras estabelecidas por uma Comissão Eleitoral aprovadas no Conselho Universitário da UFPA, tal qual as do dia 03 de dezembro de 2008.
O CONSUN, após o resultado do pleito, reviu a fórmula primeira e aplicou outra, distinta, dando a Carlos Maneschy o encabeçamento da lista tríplice enviada ao Presidente da República: Fernando Henrique Cardoso.
Alex Bolonha Fiúza de Mello, pelas razões justas, cercou-se de todas as forças políticas disponíveis para consagrar-se reitor da UFPA, ratificando assim uma decisão coletiva depositada nas urnas no dia 09 de abril de 2001.
Equívocos dessa natureza não devem ser reeditados pelo CONSUN, menos ainda por uma desforra extemporânea. Cabe ao próprio Alex, reitor eleito para dois mandatos consecutivos e presidente do Conselho Universitário, conduzir a homologação esperada por todos; evidenciando desse modo sua melhor consciência em defesa do direito dos homens e a magnificência de sua função pública.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Habemus magnificum: Carlos Maneschy.

Ontem à noite, por volta das 23:20 horas, já era sabido o resultado do pleito à reitoria da Universidade Federal do Pará: Carlos Maneschy fora magnificado.
(A situação, pelo aparato de seu bunker organizado no Instituto de Geociências, soube quinze minutos antes.)
Como era previsto, quase 70% dos votos destinaram-se à oposição.
A fórmula ponderada de aferição dos resultados aprovada pelo CONSUN e a organização dos técnicos administrativos fizeram com que Maneschy triunfasse.
A urna sediada no auditório da reitoria foi decisiva à vitória.
Os funcionários da UFPA disseram não a coerção da máquina administrativa.
O Campus do Guamá foi palco de um espetáculo sem paralelo na história da instituição.
A caminhada (Maneschy foi a pé) e carreata do Laboratório de Engenharia Mecânica ao prédio da reitoria foi fulgurosa.
Quem esteve presente no hall da reitoria emocionou-se com o desabafo de um candidato que sofreu voto a voto.
A festa na UFPA rolou até a madrugada, estendendo-se ao velho Cosa com o reitor eleito, parte de sua equipe, familiares e amigos.
A foto demonstra a fadiga de um denodo glorioso.
Parabéns ao magnífico professor Carlos Edilson de Almeida Maneschy!!!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Reta final à reitoria da UFPA.

Hoje assistimos ao debate no NPI — Núcleo Pedagógico Integrado — e, pela TV, ao programa Sem Censura Pará da Cultura.
Em nossa opinião nenhuma novidade: as duas “contendas” foram cordialíssimas, mais parecendo mesas redondas cívicas do que altercações; não acrescentaram nada às possíveis “mudanças de lado” de última hora.
Quem construiu um eleitorado sólido o fez até a semana passada, não há mais nada a amealhar.
Cumprimentamos o professor Ricardo Ishak, que nos deu um “puxão de orelha”, mas compreende o nosso posicionamento, afinal, bem sabe Ishak que fomos partidários de Maneschy na primeira eleição.
No pleito passado Maneschy não figurava entre os candidatos, daí a opção pelo Ricardo.
Na enquete retirada do Blog HB o candidato Ricardo Ishak estava em primeiro lugar com 16 votos; seguido por Carlos Maneschy 6, Regina Feio 6 e Ana Tancredi 2 (aí Ricardo: esta foi a estimativa final!).
Resultado apurado em um universo diminuto, se comparado ao Blog Tiquin (
http://tiquin.blogspot.com/), do professor Edir Veiga, que em sua enquete teve 506 participações, das quais 323 (63%) optaram por Carlos Maneschy.
O ponto curioso desses dois confrontos públicos entre os pleiteantes à reitoria foi a presença do candidato a vice-reitor da situação: Licurgo Brito (em substituição à Regina Feio, como vaticinou o Tiquin).
Sempre afetuoso e simpático, Licurgo mais pareceu o coordenador das mesas redondas que um concorrente a vice — inclusive saudamos a ele e à professora Ana Tanchedi no estacionamento do NPI.
Só não falamos com o candidato (Maneschy) por nós escolhido a quem a professora Regina Alves dará o número do nosso celular.
Pequeno grande detalhe: o professor Licurgo Brito não é candidato à reitoria e sim à vice-reitoria, o que é espantosamente diferente; se ele viesse como cabeça de chapa e outra equipe de sustentação administrativa seriam outros quinhentos réis.
A chapa oficial foi mal montada antes de entrar no forno, o que é lamentável à UFPA, que perdeu uma opção possivelmente sensata.
Amanhã será a hora e a vez de Carlos Maneschy!

sábado, 29 de novembro de 2008

Maneschy terá nosso voto e campanha.

Pensávamos em ficar neutros (calados) na disputa eleitoral da UFPA.
Houve convite do amigo Ricardo Ishak, a quem respeitamos profundamente — e com quem colaboramos na campanha passada.
Ricardo Ishak cumpre bem a função de antagonista e terá nosso apoio moral em tempo integral; mas, nosso voto, material, será de Carlos Maneschy.
Defendemos incondicionalmente a oposição, todavia não nos interessa dividi-la.
Carlos Edilson de Almeida Maneschy tem a postura daquele que, por desgraça política, não chegou à magnificência.
A Universidade Federal do Pará mantém essa dívida histórica e deverá quitá-la.
Não utilizaremos este Blog para deflagrar provocações à situação.
Nossa contribuição à campanha de Maneschy será o convencimento pelo argumento verbal. A palavra bem falada ao interlocutor, pessoalmente ou ao telefone.
Apesar de apátridas, gozamos de algum prestígio na terra natal invisível, e de lá virão votos.
Na nova nação há o suficiente.
Nenhum particular à Regina ou ao Licurgo, competentes administradores acadêmicos, mas ao frescor de nossa memória.
Haroldo Baleixe.
P.S.: Retiramos a enquete hospedada no Blog porque apoiamos um dos candidatos.
Interferência nossa em foto retirada de: http://www.maneschyreitor.net/p810.aspx

Dina e o Mundurucus.

Desde a quinta-feira, 27 de novembro de 2008, Belém ganhou novo espaço cultural privado. Trata-se do Atelier (ou Ateliê) Mundurucus.
A proprietária: Dina Maria César de Oliveira é arquiteta, artista plástica, designer e professora da UFPA (atual vice-diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo).
Artista de longa estrada, vencedora de prêmios significantes, academicamente mestrada, Dina é famosa no Brasil e exterior por seu trabalho de características peculiares que a identificam pictoricamente — é exclusiva da galeria DAN em São Paulo.
Superintendente da Fundação Curro Velho por quase duas décadas, enfrentou a realidade do convívio com adolescentes da periferia da Cidade e propiciou aos mesmos experimentos em diversas linguagens de expressão e comunicação — as já tradicionais "oficinas do Curro".
Herdeira da moradia de sua família inicial, uma casa projetado por seu pai, o engenheiro civil Alírio César de Oliveira — já falecido —, Dina fez as transformações necessárias para que a edificação pudesse suportar um ateliê-escola-galeria.
Daí o resultado: Mundurucus — porque fica na rua dos Mundurucus nº1266.
O espaço é amplo e comporta todo o necessário à sua finalidade — qualquer que seja —, pois Dina espera, após a inauguração e primeiras visitas, perceber o que melhor se adapta ao Mundurucus.
Sua destinação está em aberto: "não é uma proposta acabada porque preconiza a dinâmica das ações e 'loucuras' artísticas".
Por lá encontramos telas, desenhos, pinturas em pratos cerâmicos, esculturas e objetos; um painel construído em mosaico e uma escultura útil no jardim; movelário, ferramentas e equipamentos para gravura; entre tantas outras coisas interessantes, há a escada da sala: uma obra de arte projetada pelo doutor Alírio que, segundo a Dina, acompanhou passo a passo sua construção.
Ali também está a antiga placa de engenheiro do pai e homenagens secretas à mãe, de apelido Dina.
Não houve vernissagem — o que é comum em Belém quando servem vinho de uvas de plástico —, mas uma visitação à “nova casa” da artista que recebe seus convidados para papear desde a quinta-feira e, segundo o que informa o convite, deverá permanecer até às 21 horas de hoje, sábado.
Depois disso cremos que seja necessário agendar uma visita, porque a vida da Dina voltará à normalidade dos compromissos diários.
O Blog HB deverá produzir um material audiovisual sobre o Mundurucus para postagem.
A marca do “Atelier Mundurucus” — que tem os desenhos originais expostos no local — foi concebida por dina e seu filho José Fernandes, o Zoca. Há uma relação direta com a letra M, tanto de Mundurucus, quanto das quatro pequenas irmãs Maria, que muito bricaram naquele lugar.
As fotografias dos trabalhos no folder são do Rod Ferreira (Rodolfo Ferreira).
A foto da Dina, aqui postada, é um janelamento de uma imagem também capturada pelo Rodolfo Ferreira.

Primeiro trabalho de uma nova fase "PASSAGEM": 2x2m.

Em ordem cronológica, o segundo trabalho da nova fase "RASGO": 1,6x2m.


Dina Maria César de Oliveira

Fotos: Rod Ferreira.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Dia de oficina na Arquitetura da UFPA.

Exercício fotográfico de Rodolfo Ferreira para memória da Oficina de Plástica (pintura) promovida pelo Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da UFPA no dia 24 de outubro de 2008 no Laboratório de Modelos e hall do Ateliê do Campus do Guamá.
A Oficina de Plástica integrou a programação da Semana do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará.
O material resultante, em Liquitex sobre Fabrianno 350g, adorna o pórtico do CAAU/UFPA.

http://br.youtube.com/watch?v=n_W32I_nIRE

Fotos: Rodolfo Ferreira.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Eleições para reitor e vice-reitor da UFPA — 2009/2013.

Conheça os candidatos:
Abaixo você encontrará os nomes das chapas, suas composições, os links à Plataforma Lattes do CNPq que fornecerá os currículos acadêmicos dos candidatos a reitor e vice-reitor da Universidade Federal do Pará e os canais de expressão e comunicação por eles utilizados na Internet.
A listagem obedece a ordem alfabética dos nomes dos docentes que encabeçam as chapas.
As eleições ocorrerão no dia 03 de dezembro de 2008, quarta-feira, das 08:00 às 21:00 em horário local.
No rodapé desta página está a fórmula de apuração dos resultados por chapa.
Blog HB
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Blog HB
"GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA NA UFPA":
Ana Maria Orlandina Tancredi Carvalho:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4708509A9
Petrônio Medeiros Lima:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4788645Z3
Página na Internet: http://www.anatancredireitora.com.br/
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Blog HB
Página na Internet: http://maneschyreitor.net/
Blog HB
"REGINA & LICURGO — COMPROMISSO DE FAZER AINDA MAIS."
Regina Fátima Feio Barroso:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4785815D7
Licurgo Peixoto de Brito:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4767944H2
Página na Internet: http://www.reginareitora.net/
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Blog HB
"NÃO INFORMADA" (sem informação de nome à Comissão Eleitoral):
Ricardo Ishak:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4787060T4
Habib Fraiha Neto:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4780235E6
Blog HB
Blog HB
Blog HB
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Blog HB
Blog HB
Fórmula de apuração da votação conforme a Resolução nº653-CONSUN de 03/10/2008:

P=[(VD/UD)+(VT/UT)+(VA+UA)]x33%
Blog HB
P (pontos obtidos pela chapa), VD (votos docentes), UD (universo docente), VT (votos técnicos), UT (universo técnico), VA (votos alunos), UA (universo aluno)
Blog HB
Blog HB

sábado, 8 de novembro de 2008

Pesquisa levantará a história do curso de Arquitetura da UFPA.

Uma equipe coordenada pela professora doutora Cybelle Salvador Miranda (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4763756U6) está encarregada de investigar a história do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará.
Além da análise de documentos serão entrevistados protagonistas de fatos notáveis à composição da memória de um curso que em 2009 completará 45 anos de existência.
O professor pós-doutor Oswaldo Coimbra de Oliveira (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4792822T0), coordenador de outra equipe que levanta dados para montar a HISTÓRIA DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA, assessora o grupo de Cybelle.
O Boletim Informativo do CREA-PA-AP do último trimestre de 1980 publicou UM DEPOIMENTO E UMA HOMENAGEM escrito por Antonio Paul de Albuquerque — recentemente laureado pela FAU/UFPA com seu nome outorgado ao prédio do Ateliê de Arquitetura e Urbanismo no Campus Profissional. Nesse artigo o arquiteto e professor da UFPA, falecido em abril passado, traça um panorama da criação do curso, da organização didática, das turmas iniciais, da estrutura de pessoal e dos espaços físicos ocupados pela Faculdade/Curso de Arquitetura até aquela data.
Paul Albuquerque concluiu seu escrito afirmando que "...a Região Norte do Brasil, e o Pará em particular, devem ao engenheiro civil e arquiteto CAMILLO SÁ E SOUZA PORTO DE OLIVEIRA a existência do Curso de Arquitetura da UFPA...".
Uma cópia — razoavelmente legível — do Boletim foi entregue por Paul a Coimbra que o regalou, com reproduções dessa xerox, aos membros da equipe de Cybelle.
A professora Cybelle possui farto material de áudio coletado em entrevista com o professor Paul pouco antes de seu óbito. Essa documentação sui generis será transcrita e esmiuçada visando ao melhor entendimento de questões que possam ser corroboradas ou refutadas pelo testemunho de profissionais que atuaram na mesma época de Paul.
Documentos da UFPA, de outros órgãos públicos, de empresas, ou mesmo pessoais, devem ser digitalizados e armazenados para esquadrinhamento e cruzamento de informações.
A equipe espera contar com a colaboração dos que detêm os recortes dos acontecimentos, ainda dispostos na lembrança, de um tempo há pouco decocorrido. A recomposição de um cenário coerente dependerá da veracidade desses depoimentos.
A história que Paul Albuquerque contou no Boletim do CREA será a bússola — ou GPS — que orientará as primeiras entrevistas agendadas para este mês.
O Blog HB dará informações sobre os achados.

"Um depoimento e uma homenagem" escrito por Paul Albuquerque no Boletim Informativo do CREA em 1980.
Documento ampliável para leitura.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Carro popular: a mentira brasileira.

Imagine que o seu "carro popular”, “completo”, dê uma pane no ar-condicionado, no vidro elétrico e no interruptor do freio de garagem — três defeitos coincidentes (?).
A quilometragem do automóvel está em 34.103 — 3.103km após a última revisão programada feita na mesma concessionária que o vendeu e sempre o repara.
O carro está com 4 anos de uso moderado e toda a manutenção em dia, feita com peças originais e mão-de-obra especializada — treinada pela montadora.
Orçamento: R$4.147,24; com 10% de desconto: R$3.770,22.
Por que? É simples: o condicionador de ar fica mal localizado no mesmo compartimento que abriga o motor e, para se ter acesso a esse equipamento, há necessidade de desmontar vários sistemas — inclusive painel e direção do veículo. Com isso outros problemas, antes imperceptíveis, aparecerão — ou serão provocados pela inevitável desengrenagem fabril que permitirá o conserto a ser cobrado por hora trabalhada.
Você se emputece, reclama, diz que é cliente há mais de 20 anos, etc. Dão-lhe o desconto dito máximo (R$1.070,22) e o orçamento cai para R$2.700. Você concorda com o serviço por dois motivos lógicos do desespero: 1º) É a manutenção de um "investimento" e 2º) Você está no local habilitado e autorizado para resolver o problema de modo definitivo, evitando assim uma depreciação ainda maior do bem.
Não tem jeito: você está diante de uma "sinuca de bico". Ou, parafraseando o Oscar Niemeyer: ...por enquanto, só usa carro quem tem dinheiro, os outros estão fodidos ai nas vielas! (http://www.youtube.com/watch?v=3LdoT-XDnLk)
Dois mil e setecentos Reais são quase 10% de um “popular” zero e beiram os 20% do valor do seu carro com quatro anos de fabricação.
O que há de popular em um “carro popular”?
A fragilidade das peças que o compõem?
Lembre-se que um “popular” tem apenas 1 (um) ano de garantia. No caso do Mille Fire da Fiat (aqui tratado) você pode
estenter essa “benesse” por somente um ano, contudo, alguns itens cobertos pelo certificado original não o serão pelo “contrato de proteção” que lhe apresentarão impreterivelmente no dia do aniversário do italianino. Detalhe: você é acuado ao prolongamento (mais um prêmio a pagar) porque não confia na qualidade dos componentes de um “carro popular”.
Quando se compra um automóvel não há como negligenciar um seguro mínimo (pelo menos a terceiros), nem olvidar-se da surpresa do licenciamento futuro — as concessionárias embutem o emplacamento e você perde a noção desse custo que aparecerá majorado no ano vindouro.
O seguro dos “populares”, em proporção, são altos; dependem da média de ocorrências contra determinado modelo que, para chegar mais barato ao mercado, tem equipamentos antifurto e anti-roubo em pouquíssimo apreço pelas montadoras — um dispêndio aos incautos compradores que ou pagam pelo alarme ou pela prenda à seguradora.
Não há benefício algum na aquisição de um “popular”: se você só o utiliza na cidade, ele consome muito combustível e desgasta-se com mais facilidade; se a estrada é a sua meta, tudo bem, mas não há motor de 1.000 cilindradas que garanta, pelo menos, uma ultrapassagem segura ou confortabilidade no guiar.
O “carro popular” é o modo mais agressivo de enganar o consumidor brasileiro “equilibrando” as contas do governo, dos bancos e, por fim, das montadoras — um trambique institucionalizado e solenizado. E só você estará por muito tempo no vermelho — e mais...e mais vermelho...pela raiva de ser vítima da fraude!

É o assalariado, a moda estatística da classe média, quem paga, por essas vias tortuosas e maquiadas, as contas do país. E não há escapatória, nem do Leão, nem do Bicho Papão* — ambas feras do zoológico da Receita Nacional.
Crise econômica internacional é pinto diante do caos que se vive no Brasil: compramos merda para entulhar no porão, esquecendo que, desidratada, ela perde massa; portanto; não estabiliza embarcação alguma.
Ou seja: cocô não serve como lastro!



Nota fiscal: folha 01

Nota fiscal: folha 02

Nota Fiscal: folha 03
As imagens são ampliáveis e comprovam o que o texto relata. O caso ocorreu em uma concessionária Fiat em Belém do Pará, mas se repete a todo momento pelos quatro cantos deste país com todos os cidadãos que se endividam com financiamentos para suprir o que os impostos (incluídos o IPI e o ICMS dos "populares") deveriam propiciar: um transporte público dígno. O "carro popular" é a "bolha econômica" que só estoura no bolso do brasileiro da mais miserável das classes: a média.
PS.: O reparo foi executado com competência pela concessionária e, conforme a nota fiscal postada em suas três folhas, alguns itens têm garantia entre um ano e três meses. Quantas fadigas surgirão no futuro próximo? Não confiamos mais no que seja ordinário! A questão não é direcionada a marca, modelo, ou concessionária; mas a sordidez do conceito "carro popular": TOTALMENTE IMORAL.

Motor com 1000 cilindradas: potência sem custo benefício para o voraz consumidor que, endividando-se, garante o recolhimento de impostos, o faturamento dos bancoes e a sobrevivência da indústria automobílistica brasileira.


*Bicho Papão, no texto, é o imposto compulsório "invisível" à grande maioria dos contribuintes brasileiros.