domingo, 5 de dezembro de 2010

Rodovia Belém-Brasília. Uma epopeia composta por dois médicos: JK e Waldir Bouhid

Por Sérgio Marntins Pandolfo.

Acesse fotos da rodovia no acervo do Instituto Moreira Salles.

“Caminhos alcatifados, floridos, não podem levar à glória. Os caminhos da glória hão que ser, necessariamente, pedregosos, quase ínvios”. SerPan

Este é um congresso de médicos, mas aqui não serão tratados, ou debatidos, aspectos técnicos ligados à Medicina. Os médicos escritores nos reunimos anualmente, assim nas jornadas como nos congressos nacionais, para discutir ou repassar vivências e conhecimentos adstritos à literatura ou discretear sobre temas de interesse cultural em suas diversas nuanças. Por isso que vimos a esta sessão trazendo assunto aparentemente desvinculado de um conclave de que participam, quase à exclusividade, os seguidores de Hipócrates, mas, na verdade, que visa a enaltecer o trabalho de dois médicos de têmpera superior e que também foram escritores de livros convencionais e de páginas sublimes da História recente.
A Rodovia Belém-Brasília, que vem de completar o cinquentenário de abertura, juntamente com a inauguração de Brasília, teve uma trajetória de verdadeira epopeia entre a decisão e a concretização dos sonhos de dois homens notáveis: Juscelino Kubitschek e Waldir Bouhid. A determinação e o arrojo marcaram a personalidade desses dois gigantes, como já a seguir se verá - e é sobre aspectos dessa partitura épica que pretendemos discorrer - composta a quatro mãos por JK, um médico – também exímio escritor - que chegou ao pináculo da glória e da fama em função das obras que ousou fazer, que o tornaram conhecido de todos, e por outro médico, Waldir Bouhid, também mineiro de berço que se fez parauara do grão por adoção, mas que, em contraposição a JK, desconhecido, quase anônimo, como, aliás, soem ser as pessoas, coisas e fatos ligados ao Norte, que ocupava, à época, a superintendência da SPVEA e como tal causava espécie aos que lhe não conheciam as aptidões e os méritos. Um médico a dirigir um órgão que se pretendia viesse a alçapremar e valorizar a economia amazônica? Viu-se depois que esse era o homem certo, indicado para o lugar certo.
Sabe-se muito, quase tudo, a respeito de Brasília e obviamente sobre JK, “o maior visionário pragmático que governou nosso País” no dizer de Baggio, mas sabe-se pouco, quase nada, sobre a Belém-Brasília, sua segunda obra de primeira grandeza, cuja abertura e implantação se constituem, sem ponta de dúvida, em empreitada trabalhosa, esfalfante, quase ínvia, mas grandiosa e grandiloquente por si mesma.
No início de 1958, o Presidente Juscelino Kubitschek reuniu, no Palácio dos Leões, em São Luís do Maranhão, os Governadores da Amazônia e do Nordeste bem como os dirigentes de órgãos federais para comunicar-lhes sua decisão de construir a Nova Capital da República, cuja inauguração já havia adrede fixado para o dia 21 de abril de 1960.
Após a exposição do Presidente Juscelino a respeito das obras infraestruturais de transporte e comunicação planejadas para proporcionar condições de desenvolvimento à nova capital, Waldir Bouhid, Superintendente da SPVEA, verificando que o Pará estava fora do projeto global, fez ver que, sem uma rodovia interligando a capital paraense ao planejado Distrito Federal, este nada significaria para Belém, naquela época com ligação direta com o Rio de Janeiro, sede do governo federal, apenas por meio de navios e de aviões.
O engenheiro Régis Bittencourt, Diretor Geral do DNER, homem de grande conceito e renome, consultado no ato por Juscelino sobre a viabilidade técnica da construção de uma rodovia entre Belém e Brasília, abriu o mapa do Brasil e, assinalando o enorme trecho de floresta virgem, disse ser humanamente impossível à engenharia nacional realizar obra daquele vulto, no prazo de dois anos. Tentava-se “pôr a água da razão no vinho puro da sabedoria divina”, a redizer São Boaventura.
Sem se dar por vencido, Waldir Bouhid lançou o desafio: “Presidente, não sou engenheiro rodoviário, sou médico sanitarista. Entretanto, se Vossa Excelência conceder-me os meios, a SPVEA construirá essa rodovia para ser inaugurada juntamente com Brasília”. – E quem você acha que poderia se encarregar da tarefa? - indagou Nonô (terno apelido de infância). Bouhid não tergiversou: “Eu mesmo, presidente; conheço palmo a palmo a região, tenho prática de lidar com mateiros e como homem do Pará sempre sonhei com essa estrada e farei qualquer sacrifício para vê-la construída” Tomado de surpresa - e maior firmeza - o diamantino presidente concluiu: “Pois então, senhores, começaremos amanhã!”. Mais do que nunca cabe repetir aqui os imorredouros versos de Fernando Pessoa: “Deus quere, o homem sonha, a obra nasce”
Em suas memórias, “o poeta da obra pública”, como o chamou Guimarães Rosa, veio a assentar as razões das estradas em seu plano de metas: “Eu via o Brasil como um enorme território fechado no qual era preciso abrir um cruzeiro de estradas”. A Belém-Brasília era apenas um braço dessa imensa cruz. A “espinha dorsal do País” no dizer de Sayão, a seguir qualificado.
Em 19 de maio de 1958, Juscelino sancionava o decreto nº 3.710, criando a Comissão Executiva da Rodovia Belém-Brasília – RODOBRÁS, vinculada à SPVEA e presidida pelo seu Superintendente.
Transformada em meta prioritária do governo Kubitschek, a construção da rodovia foi subdividida pela RODOBRÁS em três setores: Goiás, Maranhão e Pará. O trecho de Goiás coube ao engenheiro agrônomo Bernardo Sayão, pioneiro do desbravamento do norte goiano, após o convite desafiador que lhe formulara JK, nestes termos: “Você seria capaz de arrombar esta selva e unir o País de norte a sul? – ao que Bernardo, saltando da cadeira, resoluto retrucou: ”Este é o dia mais feliz da minha vida. Depois de fazer essa estrada já posso morrer”. Definiram-se, aí, as peças do enxadrino tabuleiro. “Sapo pula por precisão, não por boniteza”, ensina-nos a roseana sabença. Desoladoramente este herói de inquietação e bravura gigantescas viera a sucumbir, tragicamente, esmagado pelo tombo de gigantesca árvore, em pleno serviço, a 15 de janeiro de 1959.
O trabalho de desbravamento da floresta virgem, numa extensão de 600 km entre São Miguel do Guamá, no Pará e Imperatriz, no Maranhão, foi o mais dramático dessa batalha ciclópica contra as asperezas da Natureza, o tempo limitado, a falta de equipamentos adequados e o excesso de chuvas nas épocas invernosas. Os 6.000 homens lançados nessa magnífica obra de integração nacional operavam, na fase inicial de desmatamento, basicamente com machados, terçados, facões e pequenas ferramentas de uso manual, ademais da determinação e bravura. Mas são da autolavratura de Nonô os traços da melhor feição sobre a complexidade da obra: – “O entusiasmo de muitos, o heroísmo de alguns chefes como Sayão, a fria determinação de outros como Waldir Bouhid, aliado, tudo isso, a uma admirável equipe de engenharia e de firmas empreiteiras, apoiada no trabalho anônimo de milhares de mateiros, o que parecia irrealizável se foi convertendo, aos poucos, em realidade”.
Bouhid era mineiro de Estrela, mas ainda jovem transferira-se para Belém a convite do governador da época, a fim de ocupar o cargo de Diretor da Saúde Pública do Pará, chegando a ser prefeito de Belém, deputado estadual, governador interino, elegendo-se, posteriormente, Senador da República pelo Pará (1954), mandato ao qual renunciou em 1956 ao ser indicado para o espinhoso cargo de Superintendente da SPEVEA; Doutor Honoris Causa da UFPA. Cassado em 1964, o ideólogo da Belém-Brasília teve seus direitos políticos suspensos, como tantos outros grandes homens públicos daqueles plúmbeos tempos, inclusive o próprio JK.
Longe dos momentos de tristeza causados pelo desaparecimento trágico do engenheiro Bernardo Sayão, do engenheiro paraense Rui Almeida, outro elemento de proa, e de outros trabalhadores anônimos na faina desbravadora pela conquista da Amassilva, o ponto marcante daquela obra considerada impossível foi a chegada da Coluna Norte da Caravana de Integração Nacional, em Brasília, depois de oito dias de viagem. Bastante emocionado, Waldir Bouhid, comandante da caravana, ao ser abraçado por Juscelino, que estava radiante de alegria, disse-lhe apenas: “Presidente, missão cumprida”.
No dia dois de fevereiro, houve em Brasília um acontecimento de significação excepcional na vida brasileira – uma verdadeira festa cívica de integração nacional. Brasileiros de todos os quadrantes, partindo de Uruguaiana, Porto Alegre, Belém do Pará, Fortaleza, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Cuiabá, Campo Grande – para só citar alguns pontos extremos que até então não se tocavam por laços rodoviários – marcaram de modo eloquente um acontecimento histórico: o final da condição de isolamento em que viviam as nossas populações.
Outro fato bastante significativo: muitos dos integrantes das caravanas eram elementos que não acreditavam na rodovia de ligação Norte-Sul do País. Engajaram-se na coluna como novos São Tomés: queriam ver para crer. De um deles sabemos que estava convencido de que a viagem da Coluna Norte seria uma farsa bem engendrada e que as viaturas e os passageiros seriam transportados de aviões de um ponto para outro da selva, onde só existiam os campos de pouso, abertos de 100 em 100 km. Para esse desconfiado foi uma agradável decepção ver aquele sulco gigantesco desvirginando a intocada floresta que parecia intransponível...!
Começava nesse ponto o segundo round da batalha, tão renhido quanto o primeiro, o da aceitação daquela primeva vereda transilvana por parte dos aversos, críticos e detratores do estradão de Nonô – não fora ele o artista do impossível! -, que por meio de ironia, sarcasmo, mordacidade e/ou maldisfarçada inveja - mãe de todos os pecados - a inquinavam de “estrada que liga o nada a coisa nenhuma”, ou, de um político de caricato e desluzido desempenho, já “varrido” da memória nacional, que a anatematizou: “estrada para onça passear”, a exigir do presidente, mais do que nunca, a serenidade e determinação que ele fazia expressar por meio de seu sorriso sempre presente, largo e de ledo e limpo lume. “Só mesmo Nonô seria capaz de realizar tudo isto!” – na doce e maternal avaliação de D. Júlia.
Cinco décadas passadas, a rodovia de integração nacional - diria melhor! - de interação nacional, aí está: completada, consumada, amodernada. E mais: à feição do Guamá e do Tocantins que ela transpõe, esgalhada de ramos vicinais frutificados, deixando para trás da Amazônia somente o “verde vagomundo” de Bené Monteiro, embotando as lendas do boto que faz mal às moças.

JK foi para nós talvez a gema mais preciosa saída das Minas Gerais e Waldir Bouhid o grande artífice executor dessa magnífica joia lapidada. Dois médicos que, com suas poções e meizinhas, curaram da inanição e do isolamento este gigante adormecido eternamente em berço esplêndido.
Blog HB
Texto publicado em Recanto das Letras.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O Banquete de Igarapeassu (IN POST).

 
 

 
 

Imagens ampliáveis.
 
PostScriptvm em 13/11/2013:
 



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

"Um Repórter na Rota do Contrabando" em análise.

O fotojornalismo de Indayassu Leite.


Imagem-link ao Esso.
Blog HB
No ano de 1957, o repórter de O Globo, José Leal, ganhou o Prêmio Principal Esso de Reportagem, de CR$50mil, com Cem Dias na Fronteira da Loucura, reportagem publicada em O Globo abordando, de dentro de uma clínica, a internação e o tratamento de alcoólatras; em exercício autobiográfico da profissão — esta seria a segunda versão do Prêmio Esso de Jornalismo, criado em 1955, hoje na 55ª edição.
A Comissão Julgadora do certame fora composta por Herbert Moses, da Associação Brasileira de Imprensa; Alves Pinheiro, de O Globo; Otto Lara Resende, da Revista Manchete; Pompeu de Sousa, do Diário Carioca; e Antônio Callado, do Correio da Manhã.
Em 1963 o jornalista obtém nova láurea no Prêmio Esso de Reportagem, desta vez como
Hors Concours com Prostituição na Selva, matéria publicada pela revista Mundo Ilustrado.
José Leal esteve em Belém do Pará no ano de 1956 (e possivelmente adentrou 1957) fazendo matéria investigativa sobre a prática do contrabando na região — varrendo vasta extensão territorial entre as Guianas, Belém e o litoral norte/nordeste brasileiro.
Leal, acompanhado pelo amigo e fotógrafo de O Cruzeiro, Indayassu Leite, com cobertura financeira do jornal O Globo, tinha como objetivo levar um automóvel "importado", e (ou) sua documentação irregular, até o Rio de Janeiro e entregá-los à Alfândega; bem como escrever uma série de testemunhos e publicá-los em O Globo, do Rio de Janeiro, e na Folha do Norte, de Belém do Pará.
Sobre isso ele próprio faz comentário na Folha do Norte do dia 18 de março de 1957:


Ampliável à suficiente leitura.
Blog HB
A imagem acima é a colagem de dois recortes de páginas do jornal datado de 18-03-1957.
Como é improvável tratar-se de um estelionato gráfico, os internautas foram agraciados com uma fonte "primária digital" que muito ajudará em pesquisas pela Rede Mundial de Computadores sobre a remota atividade "ilicita" comum e frequente em nosso Estado, dita por Leal inaugurada no "outono de 1954"; já que esse documento jamais esteve disponível em bancos de dados acessíveis por buscadores.
Os cursos de graduação (e os programas de pós) cedo ou tarde se interessarão pelo tema: fértil; pois interligado é às circunstâncias econômicas, sociais e políticas que abrem guarda ao Golpe Militar de 1964 no Pará; o que trará à tona o levantamento de Leal e seu contraponto.
Talvez se consiga material suplementar relevante no Arquivo Público do Estado do Pará (em Belém), em acervos particulares ou na memória de O Globo; neste último caso o conjunto do que fora escrito sobre o assunto pautado com o consentimento e patrocínio do periódico carioca — tentamos contato, por ora malogrado, com o médico e jornalista Carlos Alberto Leite, filho de Indayassu Leite.
Não esqueçamos que O Globo tinha sua sede na Capital Federal (Rio de Janeiro) e Belém padecia de um isolamento compulsório, portanto, distante das "regras" brasileiras.
Não há o que discutir sobre certo ou errado, somente entender que há óticas distintas: a "oficial", da aduana, e a "marginal", da sonegação; a inclinação do autor do texto é perceptível, uma vez explicita sua dissimulação e logro aos "malfeitores" de seu país; sem contar que O Globo fazia oposição a esse primeiro ano de JK, bem como a Folha do Norte a Magalhães Barata, seu aliado político.
José Leal e Indayassu Leite parecem ter caído no rol do esquecimento: pouco, ou quase nada se encontra sobre eles, ou deles, na WEB.
"Um Repórter na Rota do Contrabando — O Início de uma Jornada Perigosa"; título e subtítulo originais da reportagem publicada na Folha do Norde de 18-03-1957, remontada a partir dos 7 (sete) recortes recebidos por e-mail, é uma fonte primária virtual franqueada à consulta e ao download no Google Docs.
Aqui se vê o fac-símile, tal qual nos foi enviado por desconhecido remetente.
Os dois arquivos em pdf não são exatamente públicos, há necessidadede da posse de seus respectivos links.
Blog HB
O Blog HB tem especial interesse em qualquer citação da matéria em questão ao iate TRACAJATUBA: capitão, tripulação, motorização e performance; um lendário pesqueiro cearense possivelmente utilizado na atividade paralela e corriqueira de empresários e empreendedores no Pará de então; seu armador: Waldo Moraes da Costa.

Waldo com sua primeira esposa, Haydée Martins Moraes da Costa, anfitriões de Juscelino kubitscheck no "Banquete de Igarapeassu" (1955 ou 1956?).
Ambos aparecem à esquerda da imagem, junto ao ainda candidato (ou já Presidente da República?); não é possível visualizar o rosto de Haydée.

Waldo (de camisa) e Jaime Pontes (paletó, atrás de Waldo) na matriz da Joalheria Sulamericana em Belém, década de 1960.

Cerimônia de inauguração da restauração do iate Tracajatuba, em Fortaleza; Waldo não aparece nas fotografias, década de 1960.

Esta postagem, nascida do recebimento de material pela Internet, abriu um leque de possibilidades para investigações de personagens até então fora de qualquer cena política.
Sabemos que a guerra passada entre dois jornais não esclarecerá os fatos de bastidores aqui desenterrados.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Livro conta a história da Faculdade de Medicina da UFPA


A história de uma das mais antigas faculdades do Pará é o tema do livro: “Memória histórica da Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará 1919/1950 – da fundação à federalização”. O trabalho será lançado dia 25 de novembro (quinta-feira), às 19 horas, no auditório do Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará (CRM-PA), na Av. Generalíssimo Deodoro, 223.
A obra é fruto de levantamento histórico de dois pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), atuantes no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), os médicos Aristoteles Guilliod de Miranda e José Maria Abreu Junior, os quais desenvolveram a pesquisa em quatro anos. O livro traz informações de documentos oficiais e entrevistas de personalidades da área. A publicação tem o apoio da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FADESP) e conta com projeto gráfico feito pela Oficina de Criação da UFPA.
Conteúdo - O livro é composto por 29 capítulos, distribuídos em 520 páginas e mais de 77 fotografias em preto e branco. Segundo os pesquisadores, o conteúdo da obra é bastante abrangente. “Não se trata de um trabalho exclusivamente destinado a médicos. Vai muito além da história de uma Faculdade de Medicina, abordamos também a evolução das ciências da saúde e as lutas estudantis no Estado do Pará. Num momento em que a UFPA sequer existia”, ressalta o doutor José Maria.
A obra faz um passeio histórico desde a época em que a Faculdade era uma instituição privada até a luta para que ela virasse uma instituição pública federal. “Resgatamos nomes esquecidos dos primórdios da Faculdade, como o Barão de Anajás; trazemos dados novos de personagens, como o doutor Camilo Salgado; ainda esclarecemos muitos fatos que ficaram obscuros na historiografia oficial”, garante José Maria. Na opinião de Aristoteles Guilliod, o livro “Memória histórica da Faculdade de Medicina” prenderá a atenção do leitor principalmente porque não há obra similar disponível no mercado. O livro será comercializado no valor de R$ 50.
Serviço:
Lançamento do livro “Memória histórica da Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará 1919/1950 – da fundação à federalização”
Dia 25 de novembro, às 19 horas
Local: Auditório do CRM-PA, Av. Generalíssimo Deodoro, nº 223, entre Oliveira Belo e Diogo Móia.

Texto: Ascom/FADESP

O médico José Maria de Castro Abreu Junior é colaborador do Blog HB.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tanto faz:

25 de Setembro ou 25 de Março:


terça-feira, 9 de novembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Líder já obedece à Normativa do Pau Pequeno:

Imagens ampliável para melhor visualização.

A postagem aguarda texto didático completo de Antonio Maria, um dos idealizadores do projeto que normatiza preferência aos portadores de membro sexual diminuto em circunstâncias do dia a dia.
"O resumo da nossa tese é: quem tem pau pequeno tem direito à fila especial em bancos, loterias, restaurantes, cinemas, primeira comunhão, etc...
Por que só grávidas, aleijados, cegos, idosos e os caralhos de asa?
No nosso entendimento trata-se de uma profunda falta de sensibilidade e respeito com os pimbinhas.", argumenta Antonio.
O grupo Lider entendeu de pronto a problemática é já disponibiliza, em seu supermercado da Humaitá, um caixa preferencial piloto à deficiência; o que confirma a máxima: "Você é Líder do Líder!"

Observem atentamente à direita no vídeo de propaganda da PLACA que existe a moça do caixa e a CONFERENTE, a de mindinho na boca, barrando os espertalhões.