sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

As estilosas bicicletas de AFUÁ:

O município de Afuá, conhecido como a Veneza da Ilha do Marajó — Estado do Pará —, foi objeto de reportagem exibida no Jornal Hoje da Rede Globo de Televisão.
A matéria mostra as soluções de transporte encontradas pela população: bicicletas customizadas.


Leia a reportagem publicada como Conheça a cidade das bicicletas  e/ou assista ao vídeo completo do Jornal Hoje com imagens de melhor qualidade, mas aturando o Evaristo Costa e a Sandra Annenberg...mais a propaganda do idiotizante Big Brother 10.
Você decide!
Município de AFUÁ, Ilha do Marajó, Estado do Pará.
Leia "Belém do Pará: o escambau ilustrado." e perceba que Afuá é "primeiro mundo" se comparada à capital paraense. 

Pneus novos: rodado TRASEIRO!

Um e-mail que recebemos determinou o tamanho de nossa ignorância ratificada, há pelo menos trinta anos, nas oficinas de manutenção e reparo da suspensão veicular: PNEUS NOVOS DEVEM SER MONTADOS NA TRASEIRA DO CARRO e não na DIANTEIRA, como sempre e estupidamente fizemos!
Uma pesquisa na Internet confirmou a veracidade do que dizia o correio eletrônico: vídeos e páginas dos fabricantes de pneus dão as mesmas dicas e justificam o porquê.
Ah, você já sabia disso! Então tá!



Referências: Pirelli, Michelin e Goodyear.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Kate Tunstall:


Lamentavelmente a maior parte do trabalho de Kate Tunstall está proibida à incorporação, portanto, dirigir-se ao Youtube é uma solução.
Veja mais duas performances da chino-escocesa: Black Horse & The Cherry Tree, I Want You Back e faça suas buscas sobre a atualidade de KT.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

John Michael Osbourne:


"como tudo funciona".

Em visita ao blog do Arnaldo Dopazo encontramos o link de um site interessante da Internet: COMO TUDO FUNCIONA.
É um similar brasileiro hospedado na UOL do  HOWSTUFFWORKS:

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Belém do Pará: o escambau ilustrado II.

Apesar da precariedade do vídeo, quem o assistir no Youtube dirá, em qualquer idioma: “Que harmônica relação do homem com a natureza!”.
Não é bem assim:
Belém é a Cidade das Mangueiras desde que o maranhense Antonio Lemos resolveu implementar essa "agricultura" pública no início do século passado — afastando seus possíveis colhedores lá pros cafundós do Judas; que hoje é aí mesmo, na Primeiro de Dezembro, aberta pelo próprio Lemos no mesmo período.
Elas dão sombra, mas, pela altura que atingem, seus frutos, em queda livre, quebram vidros de automóveis e narizes de pessoas.
Tudo bem...já estamos adaptados às consequências nefastas do alimento saboroso que nossa terrinha produz.
O lado bom da MANGA é que ela “dá de comer a quem tem fome”, o que não é o caso do videoclipe: os filhos da puta (há mais nas outras mangueiras) estão apanhando mangas verdes e provocando um caos ao redor desse acontecimento.
Mangas verdes...sem problemas, come-se com sal, é até habitual; contudo eles não as apanham com esse objetivo, eles as venderão.
Comercializar manga na temporada de extrema oferta gratuita na Cidade; como assim?
Ela não chega a abundar porque cretinos como esses só largam as árvores peladinhas da Silva; um propósito mercadológico consciente: o monopólio da manga.
Eles não fazem o mesmo com as saborosas e adubadíssimas mangas-de-cemitério porque têm cagaço; aliás, poucos são corajosos tanto para furtá-las quanto para chupá-las (em Belém se as chupa!)!
Observem no vídeo que o JUMENTO estacionou sua carroça na ciclovia para enchê-la com as frutas arrancadas pelo comparsa por meio de equipamento profissional.
Nesse instante flagra-se o desvio de outra carroça que sai da ciclovia (ou carroçavia) para entrar na faixa de rolamento: risco absoluto.
O mesmo ocorre, na sequência, com uma bicicleta.
Carretinhas são comuns nesse perímetro urbano e ocupam o vão disponível aos ciclistas — mão e contramão são abstrações ininteligíveis no circuito.
Quem paga o pato? O pedestre!
Nenhuma autoridade para organizar esse pandemonium; na verdade, se uma lá estivesse, chuparia mangas! 
Esse ESCAMBAU ILUSTRADO o nosso querido COMENDADOR Raymundo Mário Sobral não mais presencia; que de qualquer maneira, de longe, nos ufana (o ESCAMBAU e o COMENDADOR).
É mais uma ESCULHAMBAÇÃO DO VER-O-PESO; pós urubus, claro!


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

AP 100 ANOS: como constituir sua HISTÓRIA?

O clube Assembléia Paraense prossegue o levantamento, o acondicionamento e a catalogação de seu acervo de imagens e documentos antigos.
Na intenção de promover uma publicação comemorativa do CENTENÁRIO da AP esse material será insuficiente para ilustrar a parte histórica.
Há necessidade premente, em paralelo ao que é feito, de uma sondagem externa em bibliotecas públicas e/ou coleções particulares — EXTRAMUROS.
Alguns “mistérios” não serão elucidados somente com o que a agremiação possui em seus arquivos — INTRAMUROS .
O livro "AP Assembléia Paraense Memórias 1915 a 1992" de Mário Teixeira é a única referência, baseada em pesquisas, que dá uma panorâmica, mesmo que relativa, sobre os primeiros 77 anos do clube — o escrito não se encerra, ao contrário, cumpre o propósito de instigar investigações.
Em dezembro de 2015 a AP completará 100 anos, ou seja: de dezembro deste ano a dezembro de 2015 se terá 05 (cinco) anos para planejar o necessário registro de um século de atividades — ortodoxas ou heterodoxas.
Essa tarefa hercúlea é para profissionais qualificados na elaboração de projetos de pesquisa com metodologia definida e cronograma afinado com o tempo exíguo: uma empreitada multidisciplinar de regência magnânima.
Do mesmo modo que a Assembléia Paraense lançou edital incentivando a produção literária por meio de prêmios; deveria ela assim o fazer para patrocinar uma análise científica de sua existência na amplitude das inter-relações econômicas, sociais e políticas.
Não faltará, dentre os seus associados, gente capaz de compor um Conselho Editorial independente e de excelência que defina as metas necessárias ao devido cumprimento dessa MISSÃO.
É um caso de URGÊNCIA que carece de EMERGÊNCIA; pois o que se vislumbra como LONGO PRAZO é, na realidade, CURTÍSSIMO.
Que a roda gire de modo contínuo acima de genes, elmos e estandartes!


Imagem da revista A SEMANA enviada por José Maria de Castro Abreu Junior ao Blog HB — Assembléia Paraense: carnaval de 1919.
A coleção dessa revista é considerada obra rara: disponível na Biblioteca Pública Arthur Viana do CENTUR — Centro Cultural Tancredo Neves.

Como surgiu a  LOGO AP? Quem a concebeu? Um enigma não questionado por Mário Teixeira —  relatividade de abordagem ou falta de subsídios (dados)?
A pregnância da sigla "AP", de per si, exige uma contextualização.



Fotografias feitas antes da climatização do segundo andar do TOC TOC — projeto do arquiteto Milton Monte.
Ilustrações da história sem datação ou autoria dificultarão a montagem de quebra-cabeças diversos.


Imagens capturadas no dia 02 de janeiro de 2010: Arena TOC TOC da 629 e o TOC TOC de Monte, hoje climatizado nos altos onde funciona o Salão de Jogos.
Uma comparação amadorística de cenários mutantes que poderia ser analisada do ponto de vista técnico, em diversos aspectos — aí sim: ciência.

Belém do Pará: Praça João Coelho.



Complexo Praça da República: Praça João Coelho (ou Praça da Sereia).


Postscriptum:
Parece que a foto antiga, possivelmente em uma moldura ou expositor com vidro, reflete o ambiente: luminárias de teto e o letreiro luminoso com a logo do Bradesco.
Lamentavelmente isso prejudica a percepção da definição do fundo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Um pitéu visual do CARROS ANTIGOS:


A foto de hoje é 'a' foto.
Esta foto veio do mesmo livro de onde digitalizei aquela outra, da rua da Assembléia, que está aqui neste link.
Este livro não é sobre automóveis, mas sobre o Rio de Janeiro de antigamente, registrado em fotos no período de 1930 a 1960. E esta foto, por sua vez, é a mais linda que conheço, entre todas as do Rio antigo. Pela cena de praia, pelo sol, pelas pessoas, pela paisagem, pelos automóveis.
O clique foi dado da pedra do Arpoador, com o Corcovado e o Redentor, ao fundo. Em primeiro plano, putz!, a Ipanema de Tom e Vinícius, que na hora desta foto bem que podiam estar ali por perto, tomando uns uísques e escrevendo a história da música brasileira. Enfim, não existe foto no mundo como esta, pelo mesmo motivo que não existe cidade como o Rio de Janeiro, principalmente nos idos de 1950 e 60.
Esta foto é um presente pra você que não a conhecia. Se quiser, imprima e guarde. Mas também é uma pequena homenagem a esta cidade que, após 50 anos de abandono e desleixo, parece que finalmente começa a caminhar para a reconstrução de sua auto estima e dignidade. Veremos.
Mas aqui o que importa é a foto. E a foto é magistral. Em que outra foto – falando só do meu pirão – se pode ver um Ford 1949 e, mais ao fundo, um lindo 1951? E lá atrás, mais dois? E ainda mais com este lindo Cadillac, conversível e de portas abertas, num dia de sol? Onde mais, senhores?
Não me ufano da minha cidade, mesmo por que sou de Niterói, mas que o Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa e belíssima, é.
Por favor, me ajudem a identificar os carros. Se não der, tudo bem, tome umas cervejas admirando a paisagem desta janela para o passado e está tudo certo!
Feliz Natal.

"
(Imagem de altíssima qualidade: ampliável!)
Publicado no Blog dos Carros Antigos de Nikollas Ramos.

Mensagens do final de 2009 em destaque:

Com o surgimento do correio eletrônico qualquer um que possua e-mail jamais se sentirá solitário por falta de correspondências virtuais, nem que seja um ".exe" virulento, uma corrente absurda de corar cadáver, ou um spanzinho para encher o saco.
As comemorações mais agressivas da Meretriz Econômica, Natal e Ano Novo, sobrecarregam os mail-boxes dos internautas na condição de lixo eletrônico ou babaquices.
Há de tudo, além dos spans: mensagens engraçadas e inteligentes, mas impublicáveis — essas machistas e onanistas; animações piegas do velhinho pedófilo e seu mundinho "encarnado" e bizarro — renas, duendes, lareiras, chaminés, trenós, pinheiros, neves (no plural porque foi o Neves quem inventou tudo isso)...; reenvio de coisas manjadas desde 1990; chupadas de sites estrangeiros; etc.
A primeira postagem de 2010 sublinha três e-mails autorais apreciáveis que fugiram à regra, portanto, merecem parabéns e publicação:


Mensagens de Jaime Bibas: Ano Novo e Natal.


David Normando: "Feliz Natal à moda do Tucunduba/Abaetetuba".

A pertinácia ao extraordinário é princípio do caráter humano: gracias a los dos!