quinta-feira, 30 de julho de 2009
UFPA: Graduação em Música cria blog para discutir relação.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Belém do Pará: Collegio Ypiranga. (IN POST)
Ampliável.
Ampliável.
Ampliável.
Detalhe: ampliável.
terça-feira, 14 de julho de 2009
UFPA: Museologia expulsará Música do Campus do Guamá.
A Graduação em Música da Universidade Federal do Pará, a contragosto, está prestes a ter outro endereço que não o Campus Universitário do Guamá. Ora habitando a ala oeste do prédio do Ateliê de Arte, o curso superior de Música é o resultado do UPGRADE dado à licenciatura em Educação Artística — Habilitação em Música —, que este ano atingiu sua maioridade (é de 1991), talvez a “melhor justificativa” à “expulsão de casa”, já que possui tempo suficiente para “andar com as próprias pernas”.
A construção do prédio do Ateliê de Arte foi uma conquista do Centro de Letras e Artes que encontrou apoio político-administrativo na gestão Marcos Ximenes/Zélia Amador, reitor e vice, no período compreendido entre julhos de 1993 e 1997.
O Ateliê de Arte; assinado pelo prefeito do Campus do Guamá, João de Castro Filho, à época do mandato de Nilson Pinto na reitoria da UFPA (1989/1993); que em primeiro instante só contaria com a ala leste (raciocinada para Artes Plásticas), teve os aditivos suficientes à sua conclusão porque a Música do terceiro grau carecia urgentemente de espaço adequado — essa identidade técnica foi dada ao interior do edifício pelo arquiteto e professor Jorge Leal Eiró da Silva, no segundo semestre de 1995, tarefa específica outorgada em portaria da diretora do Centro de Letras e Artes, professora Thelma de Carvalho Lobo, com plena aquiescência do autor do projeto no período de acabamento da obra. Eiró, a partir de exigências docentes, discentes e de funcionários, planejou a subdivisão do segundo pavimento da Música, em "cubículos" denominados MASTER CLASSES — a metodologia das adaptações foi pautada nas deliberações das três categorias em assembléias gerais, inclusive da área burocrática que abrigou dois colegiados, o departamento didático-científico e a administração predial.
A inauguração do Ateliê de Arte deu-se em 1997 sem a central de ar que propiciaria o pleno funcionamento dos MASTER CLASSES — idéia onerosa posteriormente abandonada pelo advento da tecnologia SPLIT e fator único da ocupação retardada daquele espaço pelo pessoal da graduação em Música. Esse lugar, remodelado, passou a abrigar experimentações da dinâmica da linguagem musical.
As duas habilitações da hoje sepultada Educação Artística mantiveram-se antes de 1997 graças ao empréstimo de salas de aula: da Educação na Habilitação em Artes Plásticas e da Comunicação na Habilitação em Música. Ou seja: o Ateliê de Arte supriu a precisão da Música e das Artes Visuais — UPGRADE da Habilitação em Artes Plásticas —, portanto, aos dois pertence.
O curso de MUSEOLOGIA, recentemente implantado (mas não implementado) na UFPA com recursos do Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais — REUNI —, parece ser o pivô do sobressalto dos professores, alunos e funcionários da Graduação em Música. A pressão para uma possível saída da Casa da Barbie* vem da direção do instituto ao qual o curso se vincula, o de Ciências da Arte — ICA. A estabanada afirmação de que o Ateliê de Arte fora construído exclusivamente para o ensino das Artes Plásticas é a justificativa dada a essa minoria instada a liberar o bloco que lhe cabe em prol da graduação tecida pela Faculdade de Artes Visuais — FAV.
O ICA aglutinou três linguagens artísticas: artes visuais, música e teatro/dança; estabelecendo a setorização da arte na UFPA.
Música e Teatro/Dança têm escolas técnicas e nível superior em convívio o que não lhes permite, por dispositivo regimental, a nomenclatura de FACULDADES, mas o genérico termo ESCOLAS. Artes Visuais possuem somente o nível superior por isso compõem a FAV.
Teatro/dança figurados como Escola de Teatro e Dança da UFPA — ETDUFPA — construíram passo a passo uma relação harmoniosa na gestação desse escalonamento e bem habitam o complexo da antiga Delegacia Regional do MEC. O nível superior da ETDUFPA nasceu dos anseios dessa escola técnica; ao contrário da Graduação em Música, que surgiu com o propósito estratégico de desmembrar o Departamento de Arte e Comunicação no antigo CLA.
Essa peculiaridade na origem da Graduação em Música perpetua o hiato: o técnico é dissonante do superior e vice-versa. Os estudantes da Escola de Música da UFPA — EMUFPA —, criada em 1963 à semelhança de um tradicional conservatório, preferem um ponto cental de Belém (hoje localizado na "Casa da Conselheiro"): "eqüidistante" de suas escolas regulares e residências; do mesmo modo os professores da EMUFPA acostumaram-se a lecionar longe da Cidade Universitária. Já o nível superior de Música tem no Campus do Guamá a primazia da vocação das graduações e/ou pós-graduações: entrelaçar os distintos conhecimentos que o habitam. As incongruências se aprofundam nas duas políticas pedagógicas, o que definha o agrupamento docente superior, de menor contingente que o técnico. O casamento arranjado entre as "MÚSICAS" da UFPA deu com os burros n'água causando prejuízo ao pessoal do terceiro grau pois a aniquilação de sua força política os vulnerabiliza diante de qualquer ação impositiva em prol das "maiorias" do sui generis ICA — único instituto que mantém sua administração fora do Campus, fixada na Praça da República desde 2006. A Museologia, mais nova inquilina do Ateliê de Arte, é a caçula que colocará a irmã do meio "no canto", ou, "no olho da rua"; só porque ela se meteu com a pessoa errada. CADÊ A MAMÃE?
Ateliê de Arte da UFPA: vista para a ala oeste. Uma conquista da extinta Educação Artística nas duas habilitações: Artes Plásticas e Música. A aparência do prédio demonstra que casamento sem dote não satisfaz os encargos econômicos do matrimônio.
*Casa da Barbie: Apelido dado ao Ateliê de Arte por causa do lilás. Escolheu-se essa cor pelo critério técnico da complementar já que o amarelo do "captador de vento" fora especificado pelo arquiteto João de Castro Filho, seu imaginador.
sábado, 11 de julho de 2009
Henri Charrière: o maior farsante da literatura mundial.
Meu livro: “Papillon O Homem Que Enganou O Mundo” edição atualizada chega às livrarias de todo o Brasil em agosto, provavelmente será lançado na Bienal do Rio de Janeiro, foram 15 anos de investigação!
Foram realizadas quatro perícias a mais recente a dos Peritos Federais Brasileiros considerados os melhores de todo o planeta! Verdades que eles fizeram questão de divulgar em seu site, com o título PERITO DA POLICIA FEDERAL ENCONTRA EM RORAIMA O VERDADEIRO PAPILLON http://plataopapillon.com.br/papillon/index.php?option=com_content&task=view&id=1&Itemid=1
EL DORADO A GRANDE MENTIRA DE HENRI CHARRIÈRE:
http://74.125.47.132/search?q=cache:99_u28VbyGgJ:www.jornalorebate.com/colunistas2/pla1.htm+El+Dorado%2BPapillon&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
BLOG PAPILLON:
http://74.125.95.132/search?q=cache:NnZGR8PfZ_kJ:www.plataopapillon.blogspot.com/+Normandia%2BPapillon&cd=13&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Favor divulgar essa verdade.
OBS.: Em anexo resumo da pesquisa.

Charrière o guardou e ficou à espera de um navio que fosse para a terra do “Tio Sam”. Dias e meses se passaram e Henri esqueceu de encaminhar a encomenda. Três anos depois, em 1959, ele ouviu no rádio uma notícia que chamou sua atenção: “Faleceu na Califórnia, nos Estados Unidos, o escritor René Belbenoit”. Naquele momento, ele lembrou-se do pacote, foi até o depósito e o pegou, abriu um dos cadernos totalmente preenchido com uma letra muito miúda e observou que o texto estava escrito em inglês, apesar de não dominar a língua.
Sem saber o que fazer com aquilo, Henri guardou durante muito tempo os manuscritos. Contudo, após o terremoto que destruiu boa parte de Caracas em 28 de julho de 1967, quando a família Charrière teve grandes perdas materiais, Henri redescobriu os cadernos de Belbenoit entre os escombros e teve a ideia de reescrevê-los, a fim de parecer que era a história da sua vida. Seu objetivo (claramente declarado posteriormente) foi o de ganhar dinheiro para cobrir o prejuízo.
Charrière entregou os manuscritos para o jornalista francês Jean Maille de Fronfrais, correspondente em Caracas da Agência France Press, (e cliente do seu restaurante Mi vaca y yo). Depois das necessárias explicações, solicitou que ele lesse o material e o adaptasse. Fronfrais viu naqueles textos uma possibilidade de ganhar uma fortuna e cobrou seus honorários para traduzir os manuscritos para o francês.
Com o material pronto, Jean entrega a nova versão a Henri e o aconselha a tatuar uma borboleta azul em seu peito, pois era necessário que todos acreditassem ser ele de fato Papillon. Henri não só tatuou, como também mandou desenhar uma enorme borboleta na porta de seu caminhão!
LEGENDA FOTO: Até o início da década de 60, Henri Charrière não tinha a tatuagem da borboleta em seu peito e era conhecido pelos venezuelanos como “Francês”. Os direitos autorais recebidos por Charrière foram expressivos (fala-se em mais de um milhão de dólares), no meu entender seu único erro foi não ter repassado parte desse dinheiro para René o verdadeiro autor.
Publicado em 1969, o livro “Papillon”, assinado por Henri Charrière, chegou às livrarias denunciando as atrocidades cometidas pelo regime Francês. As barbáries chocaram leitores mundo afora, a ponto de tornar o livro um best-seller, chegando a ser o 3º mais vendido no planeta — perdia apenas para a Bíblia Sagrada (1º) e o Alcorão, a Bíblia dos mulçumanos (2º). Entretanto, muita gente não acreditou que Henri Charrière fosse, de fato, o autor daquele livro, entre eles, o famoso escritor Frances Gerard de Villiers, que publicou em 1971 o livro “Papillon Epingle” (em Português, borboleta desmascarada), em que ataca a pessoa de Henri Charrière, pois não podia contestar o sucesso que a obra estava tendo no mundo inteiro. No seu livro, Charrière foi descrito como um verdadeiro idiota e que jamais poderia ter escrito o livro.
Gerard estava certo. Henri jamais havia escrito aquele livro. Isso foi confirmado pelo próprio Jean Maille: “Eu escrevi o livro Papillon para Henri, a partir de seus relatos”. Essa “mentirosa” afirmação Gerard colocou em seu livro “Papillon Epingle”. Prova é que, ao se apresentar na França em 1972 para promover o livro Henri Charrière, em coletiva, demonstrou insegurança, entrou em muitas contradições, chegando ao desespero de afirmar que o livro era “uma obra coletiva” e que ele não vivenciara aqueles fatos. Percebendo que não convencia, ficou com medo de ser desmascarado, fugiu para Madri. Na Capital espanhola, passou a beber em demasia e acabou acometido de uma cirrose — doença que o levou à morte em 1973. Nesse mesmo ano, chega às telas dos cinemas o filme Papillon, o realismo e sofrimento vivido por “Steve Mcqueen”, fazendo o papel de Papillon, emocionou milhares de pessoas em diversos países. O sucesso desse filme ajudou ainda mais na vendagem do livro e selou a lenda do mentiroso Henri Charrière.
O LIVRO BANCO:
Também foi escritor por René, teve o mesmo destino: Jean Maille o reescreveu, mas dessa vez não só para dar-se a entender ter sido escritor por Henri, mas para o defender das gafes cometidas na frança.
Na página 378 de Banco, onde lê-se:
“... acabei em janeiro de 1968. Leio tantas vezes os cadernos que tenho em casa, em cima da secretária, que quase os sei de cor”.
Neste pequeno texto verificamos dois absurdos:
1º) Desmente a versão de Jean que afirmou ter escritos os livros a parti das histórias contadas pelo próprio Henri Charrière!
2º) Se a história nos cadernos fosse de fato de Henri Charrière não precisaria ele ler para decorá-los!
OUTRA GRANDE MENTIRA foi o caso da inteligência que ele demonstrou não ter, ao ser sabatinado na França, para defendê-lo foi acrescentado em Banco na página 87: - “Mas também não tenho um verdadeiro ofício que me permita ser um bom operário, por exemplo, mecânico ou eletricista, de modo a poder ganhar a vida em qualquer país. Por outro lado, falta-me a instrução suficiente”.
Essa é uma declaração verdadeira. Henri era semi-analfabeto.
Essas mentiras perduraram por 40 anos e só agora, em 2009, é que se sabe que o verdadeiro escritor foi René Belbenoit, conhecido na Colônia Penal da Guiana Francesa como Papillon, por ter uma borboleta azul tatuada em seu peito (borboleta, em Francês, é Papillon). Ele construiu, em 1935, uma jangada com dezenas de sacos cheios de cocos amarrados a pedaços de paus, liderando a fuga de oito homens daquele inferno colonial. Dias depois, desembarcaram na Guiana Inglesa, conseguiram trabalho e o único a mudar de nome foi Henri Charrière, que passou a ser chamado de Henrique Schefer. Belbenoit fez amizade com um oficial reformado da Marinha inglesa que trabalhava como inspetor-geral. Depois de contar-lhe seu drama e dizer-lhe que também era militar reformado, o homem acabou ajudando-o a obter documentos e a comprar roupas para todos. Uma semana depois, acompanhado de outro fugitivo, Belbenoit deixou a Guiana Inglesa e seguiu para o Panamá. Dois meses depois já estava devidamente alojado na casa de um amigo panamenho. Após alguns dias chegaram os escritores William La Varre, Blair Niles e seu esposo Robert Niles, além de um produtor cinematográfico.
Belbenoit mostrou-lhes o manuscrito de Dry Guillotine. Os escritores e o produtor ficaram impressionados com a riqueza de detalhes. Para os escritores estava perfeito, mas para o produtor era necessário fazer uma adaptação, já que o manuscrito mostrava a dramática fuga de nove condenados. Para ele, era mais conveniente que o filme que se propunha a fazer, mostrasse a fuga de apenas um homem. Belbenoit comprometeu-se em alterar a história para o cinema, narrando que somente ele havia fugido.
Os americanos convidaram os dois franceses para irem aos Estados Unidos, onde poderiam receber apoio e proteção. Contudo, Belbenoit, sabendo que as autoridades francesas poderiam tentar recapturá-lo e que possivelmente impediriam sua entrada nos Estados Unidos, negou-se e convenceu o seu companheiro a ir em seu lugar. Essa seria, para ele, a forma mais segura.
Para que o álibi fosse perfeito, o casal Niles (escritores americanos) liberou a foto de René Belbenoit que eles haviam feito em 1927, na Colônia Penal da Guiana, para que fosse publicada na revista Life, edição de 4 de abril de 1938, juntamente com as duas fotos do “laranja”.
Foto feita em território americano pelo escritor William La Varre, no momento em que um policial novayorquino cumprimenta o falso René. Ela também foi publicada na revista Life como sendo do escritor René Belbenoit, induzindo o público americano a acreditar na versão criada pelo verdadeiro René. Nota-se que esse outro tem o rosto afinado e o queixo comprido.
Como a história narra o sofrimento de um homem que, de tantas punições em solitárias ficou desnutrido e magro, ninguém desconfiou e o livro Dry Guillotine chegou às livrarias americanas com um extraordinário sucesso. Assim, o falso Belbenoit conquistou o público americano. A história procurava desmoralizar o Governo francês. Muitos americanos e franceses condenaram a política carcerária praticada na colônia penal. Pressionadas, as autoridades francesas comunicaram que, a partir daquela data, nenhum prisioneiro seria mais levado para a Colônia Penal da Guiana Francesa.
Os holofotes viraram na direção do falso Belbenoit. Era o início de seu sucesso em terras americanas. No Panamá, o verdadeiro René comemorava a vitória. Porém, ele tinha plena consciência de que, a qualquer momento, as coisas poderiam dar errado: alguém poderia desconfiar da farsa. Correndo contra o tempo, ele conclui mais um livro. René estava certo: dias depois, as autoridades francesas solicitaram que as autoridades norteamericanas extraditassem o fugitivo. Com receio que a farsa fosse descoberta, ele voltou para o Panamá, onde reencontrou o verdadeiro Belbenoit e entrega-lhe uma verdadeira fortuna em dinheiro. Mas, para Belbenoit, a saída de seu "xará" dos Estados Unidos poderia atrapalhar seus planos. Depois de uma longa conversa, entrega-lhe os manuscritos do segundo livro “Hell on Trial” (em Português, “Inferno no Julgamento”) e o aconselha a voltar para os Estados Unidos, pois era muito importante que todos acreditassem que ele continuava na terra do “Tio Sam”. Isso iria permitir-lhe continuar livre. Convencido, o falso Belbenoit voltou para os Estados Unidos e tempos depois publicou “Hell On Trial”.
René Belbenoit, após ter certeza que seu amigo estava em segurança nos Estados Unidos, deixa o Panamá e volta para a Guiana Inglesa, onde reencontra seus companheiros de fuga. Eles fazem uma festa para o amigo escritor. Contudo, a situação mundial mudara rapidamente: a Segunda Guerra Mundial começara. Belbenoit sugeriu que os fugitivos saíssem da Guiana Inglesa, pois acreditava que a guerra logo chegaria até ali. Apenas dois membros do grupo resolveram permanecer naquela colônia do Reino Unido. Os demais partiram rumo à fronteira da Guiana Inglesa (hoje República Cooperativista da Guiana) com o Brasil e entram no território Brasileiro em 1940.
RESUMO:
Para americanos e franceses, após a fuga, René Belbenoit teria vivido nos Estados Unidos até sua morte, em 1959, mas tudo não passou de uma grande farsa. Essa verdade foi comprovada em quatro perícias, sendo a última feita pelos renomados “Peritos da Policia Federal Brasileira”: http://plataopapillon.com.br/papillon/index.php?option=com_content&task=view&id=1&Itemid=1
Verdadeiramente, René Belbenoit, o Papillon, radicou-se com seus parceiros em Roraima desde 1940, morrendo em 1978 aos 73 anos e sendo sepultado no pequeno cemitério São José, em Surumu, uma vila do Município de Pacaraima.
Sua capacidade intelectual e sua simplicidade os levaram a fazer muitos amigos em Roraima, que o ajudaram em sua nova identidade, René Schehr. Esse novo disfarce e o fato de Henri Charrière ter se apresentado perante o mundo como sendo Papillon, o ajudaram a permanece incógnito até 1993, quando aqui cheguei. Foram 15 anos de investigação.
A verdadeira História de Papillon, você vai ficar sabendo ao ler o meu novo livro “Papillon, o Homem que Enganou o Mundo”, que chega às livrarias de todo o Brasil em breve.
OBS: Henri jamais foi Papillon! Prova é que ao batizar o seu restaurante em Caracas o chamou de:- My vaca y yo, tradução: Minha Vaca E Eu, segundo ele no quintal de sua residência criava uma vaca, ele ficava analisando ela presa, daí se imaginava um prisioneiro igual a ela, daí surgiu o nome de seu restaurante!
Outros detalhes importantíssimos além de René Belbenoit, aqui em Roraima viveram e estão sepultados os dois principais companheiros de fuga e personagens de seus livros! Entre eles um batizou a região de Normandia, hoje próspero município de Roraima: http://74.125.95.132/search?q=cache:gVWg4gGbD18J:pt.wikipedia.org/wiki/Normandia_(Roraima)+Normandia%2BPapillon&cd=6&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Platão Arantes
Jornalista e repórter fotográfico
Registro profissional 1.093 FENAJ
Contatos: plataopapillon@gmail.com
0xx (95) 81129898
Os links do post levam o leitor às imagens que ilustram o texto de Platão Arantes.
O fato, objeto da pesquisa de Arantes, foi noticiado na revista ISTO É de 17 de agosto de 2005: http://www.terra.com.br/istoe/1870/internacional/1870_verdadeira_historia_do_papillon.htm
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Robin Wood às avessas.

segunda-feira, 6 de julho de 2009
O cínico argumento do BASA.
Checadas no Google Earth as informações da única página acessível conclui-se, por aproximação das medidas obtidas na ferramenta “régua”, que os 163 metros de frente do Conjunto do Basa estão ok; aliás, há saldo "negativo" ao BASA em quase 3 metros, demonstrando que o BLOG HB ERROU e a pista ESTÁ NO TERRENO DO CONJUNTO.
Propriedade comprovada até o limite de 400m em http://www.conjuntodobasa.hd1.com.br/.
Medições aproximadas na "régua" do Google Earth. O retângulo vermelho tem mais ou menos 47 x 96m, 4.500m², espaço público murado pelos moradores do Conjunto do Basa destinado ao lazer privado. O Basa deve aos belenenses mais de 40 anos de aluguel e pagará com a "permissão" do tráfego no interior do Conjunto sem devolver quase 4.000m² (retirada a área da via) públicos? Indenização muito bem paga por uma cidade sofrível a um grupelho esperto (nunca a totalidade dos residentes).
O Conjunto do Basa, muito bem cuidado como "condomíno fechado", pode permanecer com sua segurança e limpeza privadas e usufruir dos mesmos serviços públicos. Contudo, de acordo com a documentação indicada ao Blog HB, boa parte dessa área nobre reservada ao lazer não é de propriedade dos moradores, mas da Cidade. A via bem dimensionada demonstra que não havia, no projeto, intenção alguma em "aprisionar" o complexo de residências.
Fotos de celular: HB
Postscriptum:
A PMB — Prefeitura Municipal de Belém — tem a obrigação de recuperar a área pública encampada pelo BASA o mais breve possível, antes que a cerca de arame farpado vire um novo muro. A vida dos moradores do BASA está bem melhor que antes, o presentemente vizinho Utinga é uma bela paisagem para se vagabundear.
Fotografias aéreas do Conjunto do Basa tiradas da Almirante Barroso e do Utinga na década de 1990. As demarcações em vermelho do terreno supostamente invadido estão de acordo com as informações contidas na Escritura Pública de Compra e Venda disponível em http://www.conjuntodobasa.hd1.com.br/ aplicadas ao programa Google Earth.
O SITE DOS MORADORES DO CONJUNTO DO BASA NÃO CITA, EM TEMPO ALGUM, A AQUSIÇÃO DO TERRENO DOS FUNDOS QUE MEDE APROXIMADAMENTE 96M DE FRENTE POR 47M DE FUNDO SE VISTO PELA AVENIDA PRIMEIRO DE DEZEMBRO. O "MEMORIAL DO CONJUNTO DO BASA" A ESSA ÁREA SE REFERE COMO "LIMITE DO CONJUNTO NAS MATAS DO UTINGA" (TERRAS PERTENCENTES AO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ COMO RESERVA AMBIENTAL DAQUELE PARQUE).
sexta-feira, 3 de julho de 2009
UFPA: finalmente Carlos Maneschy é o Reitor.
Ingenuidade pronunciada no dia 05 de dezembro de 2008 que se não laureada mais uma vez pela Comunidade Acadêmica em conturbada reunião do Conselho Universitário, perigaria pela não anuência da Presidência da República em 12 de junho de 2009 — tortuosidades desnecessárias em ambiente que a singeleza é imprescindível. A uranoscopia em contrariedade à ciência diria: "da ebulição à terra firme!".
PORTANTO...SUCESSO AO REITOR E À SUA EQUIPE!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
UFPA: o Olho (d'Água) de Acácio Sobral.
Obras pensadas por indivíduos discretos de reconhecidos talento e competência: Jorge Derenji e Acácio Sobral.
O Centro de Convenções — apelidado de Hangarzinho com justa razão — e o monumento “Olho d’Água” ocuparam espaços que poderiam ser “invadidos” por ignorâncias futuras, em qualquer época, inclusive em um pretenso retorno de Alex.
Arquitetura e escultura se beijaram no dia e hora certos, uma esperou pela outra.
“Para mim, o que caracteriza a Universidade é a sua relação com os fluxos de água, com os rios, com a chuva e com a floresta. A escultura é sinuosa para representar os movimentos da água e ela se alonga e ramifica até o chão. No Centro, não temos água, mas uma árvore, porque a UFPA é uma nascente, uma nascente do conhecimento sempre crescente”, disse o advogado e artista plástico Acácio Sobral à jornalista Glauce Monteiro da UFPA.
Acácio no entanto esqueceu-se de falar o quão difícil é projetar algo absolutamente “inútil” que seja eidético e mimético em um só tempo.
Arquitetura é técnica e função e Derenji só temperou o prato com a maestria de um chef de cuisine em mesa inapropriada, tendo menor sorte que Acácio, contudo, a experiência profissional o fez sair da enrascada espacial — Jorge Derenji é professor aposentado da UFPA e um dos fundadores do curso de Arquitetura e Urbanismo.
O “Olho d’Água” não é uma “pintura em 3D”, é um DESENHO TRIDIMENSIONAL que poderia ter ficado melhor com a elevação dos custos — seria impossível crer que uma “mera" escultura tivesse o mesmo orçamento de uma edificação supranecessária.
De todo modo Acácio Sobral fez MILAGRE com UM E NOVENTA E NOVE.
Monumentalidade dada pela técnica do fotógrafo Alexandre Morais ao "Olho d'Água" no Portal da UFPA (http://www.ufpa.br/ascom/index.php?option=com_content&view=article&id=3792:ufpa-se-torna-cidade-monumental&catid=1:noticias): a câmera fora posta sobre a barra de metalon dando a ela a falsa impressão de passarela para confundir a escala. Que bom se assim o fosse na realidade: gigantesco.
A ARTE é como a BUNDA: eternamente a posteriore!