quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A marginalização do fumante em Belém:

Os fumantes em Belém do Pará transformaram-se em verdadeiros BANDIDOS.
Podem ser comparados aos homicidas, latrocidas, sequestradores, assaltantes, estupradores, traficantes, pedófilos, etc.; àqueles que a polícia não tem competência alguma para prender, nem inteligência mínima para coibir a barbárie diuturna aniquiladora da capital do Estado — e da extensão de seu território.
Os bares possuem milicianos mercenários para impedir que seus clientes acendam um cigarro, obrigando-os a sair do recinto — assim está o Cosanostra, reduto maior da fumaça, antes da Lei do Barbosinha de Jesus — o PAFÚNCIO.
Quem quiser fumar um "branco" no Cosa, que o faça na calçada e...foda-se se chove!
Em outros cantos os próprios garçons são os patrulheiros prepotentes que censuram os pitadores do alto do "Olimpo" e apontam com o dedo de "Zeus".
Um time de degenerados investido na autoridade delegada por proprietários avessos ao tabagismo ou temerosos da MULTA. 
É o poder entregue às mãos erradas avizinhando-se ao linchamento do indivíduo pagador de tributos, inclusive os embutidos no produto lícito que gera demasiada receita aos cofres públicos: o CIGARRO.  
A Câmara de Vereadores e a Assembleia Legislativa estão de parabéns pela MERDA que fizeram ao cidadão e suas relações sociais e à economia da Cidade e do Estado!
É a hipocrisia de que Belém é o suprassumo do BEM VIVER: a metrópole da equidade.
Esses imbecis, no afã de MOSTRAR SERVIÇO, criam leis estapafúrdias, plenamente desproporcionais à realidade desgraçada que eles fingem inexistir.
Só não dá para FAZER DE CONTA que esses INFAMES (vereadores e deputados) NÃO EXISTEM porque seus salários são elevados demais para o AMPLO DESSERVIÇO que prestam à sociedade.
Legislar não é tarefa para GABIRU!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Dicionário gratuito na Internet:


Se você precisa de um dicionário confiável, que, inclusive, pronucie aquelas palavrinhas "duvidosas" do nosso complexo idioma; eis uma solução "de gratis" na Internet: o AULETE DIGITAL.
Não é tão de graça porque carrega consigo algumas propagandas privadas e publicidade pública; mas, é bem melhor que uma "injeção na testa".
Faça o download do AULETE aqui e o mantenha aberto enquanto escreve conectado à WEB.
A vantagem do DICIONÁRIO CONTEMPORÂNEO DA LÍNGUA PORTUGUESA está na aplicação das novas regras do ACORDO ORTOGRÁFICO que poderá ser acessado em qualquer momento na página de consulta que deve ficar de standby no computador.
Você pode contribuir enviando verbetes novos ou ampliando a significação de palavras que nele existam.
Qualquer atitude que não meta a mão no bolso do brasileiro será sempre BEM VINDA!

Sobre o PROJETO CALDAS AULETE:
"O Projeto Caldas Aulete desenvolvido pela Lexikon traz duas grandes inovações: a recriação de um dos mais tradicionais e respeitados registros da língua portuguesa e a reinvenção do próprio conceito de dicionário. Originalmente editado no fim do século XIX, o Caldas Aulete é até hoje um dos mais preciosos bancos de dados da língua portuguesa. A Lexikon Editora Digital está trabalhando para atualizar o conteúdo da obra, que teve sua última edição no Brasil na década de 80. Atualizar o Caldas Aulete significa dar vida nova a uma obra reconhecida por especialistas como um dicionário fundamental, incorporando as mais recentes acepções e os mais modernos conceitos de funcionalidade e praticidade que uma obra de consulta deve ter. É, enfim, reinventar o dicionário. Em 2004 começamos a mostrar os primeiros resultados desse trabalho, com o lançamento da versão míni do Dicionário Caldas Aulete, que logo foi considerado um dos melhores se não o melhor dos minidicionários da língua portuguesa, conforme o testemunho por escrito de seus usuários, dos especialistas em língua portuguesa e do Ministério da Educação que adquiriu centenas de milhares de exemplares para distribuir em salas de aula de ensino fundamental nas escolas públicas. Mas a Lexikon Editora Digital, que sempre inovou no campo dos dicionários, quer mais. Quer mudar o conceito de dicionário. O novo Caldas Aulete não nasceu para ser apenas um livro na estante. Foi criado para interagir com os usuários da língua, para compartilhar e democratizar o conhecimento. Nasceu para ser uma obra aberta, viva, mudando e crescendo junto com a língua, e com isso tornar-se o maior banco de dados do idioma. À tradição do nome Caldas Aulete foi somada a tecnologia dos nossos tempos para levar o dicionário à rede mundial de computadores. O primeiro passo foi dado no final de 2006. Além da versão míni disponível nas livrarias, o Caldas Aulete chega à internet em sua primeira versão, para cuja correção e ampliação todos os usuários da língua portuguesa vão poder colaborar. O Caldas Aulete poderá ser instalado nos computadores de todos os usuários da internet. Um dicionário on-line, que oferecerá o maior banco de dados da língua portuguesa, permanentemente atualizado." Lexikon (http://www.auletedigital.com.br/)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A esculhambação no Largo do Carmo 02:


Vídeo denúncia de Flávo Nassar feito feito hoje, segunda-feira, dia 18 de janeiro, após o segundo domingão de carnaval na Praça do Carmo — bairro da Cidade Velha, Belém do Pará — patrocinado pela CERPA.
A imagem da Cervejaria Paraense S.A. está atrelada a essa "IMUNDICE"!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Assembléia Paraense: o clube enxota o burro!


Foto de junho de 2007, ampliável: o laranja patinado vibra e invade o ambiente dando robustez desnecessária às vigas e aos pilares. Até as bandeirinhas de São João perdem a guerra para o "amarelão".


Fotos de ontem (celular), ampliáveis: revigoração a um passo do acerto: o neve, apesar da neutralidade, também superdimensiona os elementos executados em concreto, acanhando ainda mais a madeira escurecida no tempo pelo acúmulo de vernizes.

Ontem, quinta-feira 14, observamos que o Restaurante Central do clube Assembléia Paraense passa por uma silenciosa revitalização: a pintura de seu arcabouço interno, em concreto.
Impossível entender o porquê de um "concreto oculto", "patinado" em tom alaranjado — precisamente na "cor de burro quando foge".
A superfície primordial, como matéria, contrastaria com o farto madeirame (lamentavelmente escurecido por demãos de verniz), evidenciando a harmonia entre duas tecnologias da construção civil.
Qual fora a concepção do mestre-arquiteto Milton Monte?
Sem dúvida o retorno ao original é a opção da sensatez — não importa qual o seja, diante da "assinatura" autenticada, qualquer bico se cala.
Ainda há tempo a essa providência, sem maiores prejuízos.
Não ocorreu problema semelhante no Complexo Garagem porque as cores utilizadas foram as da identidade visual da agremiação (republican colors*), além de um "cálculo" compositivo e o fato de serem "volumes" externos inter-relacionados — mesmo assim, sua manutenção periódica será fundamental.
Trabalhar com cor está longe de tarefa banal: cor enjoa e prega peças.
Não é à toa que os automóveis mais vendidos no mundo são o prata (25%), o preto (23%), o branco (16%) e o cinza (13%); segundo pesquisa recente da DU PONT.
O branco neve ora aplicado no Central como revestimento definitivo ou aparelho tem alta radiação, fazendo com que pilares e vigas continuem a "relinchar", mesmo que relativamente risonhos; o preto pleno minguaria aquela estrutura, impedindo, pela ausência de contraste, a percepção dos encaixes; então, sobra-nos raciocinar a intermediação, os meios-tons em cinza; justamente a "cor" do concreto, que resinado prateia-se — sem olvidar o clareamento das peças de pau, imprescindível.
Solução miserável sem personalidade textural: CINZA CONCRETO (na tonalidade das pedras vistas na primeira foto).
Solução com custo-benefício, s.m.j. do Monte: REMOVEDOR e RESINA — extensivos, de cara, ao madeiramento.
O sentido é estar longe de um burro no instante em que ele foge, não de conhecer o seu coice.
Se o branco afugentar o bronco todos ficaremos à (e de boa) vontade.


Pesquisa da DU PONT de 2009: preferência global na pintura de automóveis. Se analisados os resultados por continentes e/ou países observa-se que a "simpatia" pelas cores primárias e secundárias tem relações culturais.

*Cores republicanas: França, Estados Unidos, Pará, Pará Clube, AP, etc. têm em suas bandeiras o branco, o azul e o vermelho.

Postscriptum (18/01/2010):
Foi apenas um alarme falso o que chamamos de revitalização do Central.
Ontem, domingo, percebemos que era tão somente um reparo à pátina alaranjada — o branco era mesmo aparelho e não revestimento novo.
Em observação acurada e diurna vê-se que, em alguma manutenção do passado, as madeiras da cobertura daquele restaurante foram pintadas com marrom — é tinta e não verniz, como disséramos —; portanto, a expressividade desse material está encoberta.
Poderiam ter pintado de azul (cobalto), o complementar daquele laraja, faria mais sentido.
Marron não tem complemento, porque, como diria o mestre Rui Meira: "não é cor, é sujeira!".
Para que não digam que o Blog só critica, aqui vai uma sugestão à Diretoria de Patrimônio e ao Presidente do Clube: aumentem o número de telhas de vidro nos lugares determinados como "claraboias", além de iluminar o ambiente durante o dia, melhor se perceberá a estrutura do telhado. 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Novidades de Jaime Bibas no Belém do Pará.

A revista digital Belém do Pará, do site de mesmo nome, tem, dentre seus colunistas, o arquiteto Jaime Bibas.
Ontem Bibas atualizou seus escritos:  O Saci Aleijado, Retrovisor e Monumentos Urbanos.

Referência da imagem: Jaime de Oliveira Bibas.
Qualquer semelhança com o Jô Soares é mera incompetência nossa!

A esculhambação no Largo do Carmo:


Vídeo denúncia de Flávo Nassar feito na segunda-feira, dia 11 de janeiro, após um domingão de carnaval na Praça do Carmo — bairro da Cidade Velha, Belém do Pará.
Note-se que as latinhas de cervejas e refrigerantes já haviam sido catadas.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Belém 394: catando mimos alheios!


Santa Maria da Graça de Belém do Grão Pará completa hoje 394 anos.
O Blog HB foi à cata de algo "de grátis" na Internet que a afagasse, daí os três escritos abaixo, todos postados na data do niver.
São regalos dos nossos digitalizados alhures: dois no Amazonas (Manaus) e um na Bahia (Salvador)!
Não encontramos nada melhor em Mark Davis!

Afro-Ásia: "Capoeira, boi-bumba e política no Pará republicano (1889-1906)".


Ler o artigo em PDF da revista Afro-Ásia UFBa — edição nº32, de 2005.
Autor/pesquisador CNPq: Luiz Augusto Pinheiro Leal.

"A Antiga Producção e Exportação do Pará, por Manuel Barata (1915)".


Faça download do livro na Biblioteca Virtual do Amazonas.

"Apostillas de História do Pará explicadas por Theodoro Braga (1913)".