quinta-feira, 17 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Daqui a pouco saberemos...
...se vale a pena gastar algum dinheiro com essa febre alucinógena...
segunda-feira, 14 de junho de 2010
PP CONDURÚ:
Depoimento de PP ao Blog HB.
Blog HB
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Tomadas do final do vernissage, às 14 horas: a artistagem em foco.
BLOG HB
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A mostra individual de Pedro Paulo Góes Condurú, ou simplesmente PP CONDURÚ, foi inaugurada no final da manhã de um ensolarado dia dos namorados na ELF Galeria de Arte.
Com títulos insólitos: “Como Entra Sai” para telas e “Coisa Assim. Nós na Nuca, Pirulitos N’água” para desenhos; PP dá um show de irreverência estética.
O fato é: a exposição está ducaralho e...pt saudações! Vá!
O fato é: a exposição está ducaralho e...pt saudações! Vá!
Um vernissage às 11 horas da manhã de um sábado não é habitual, mas funciona, principalmente pela luz natural, que mostra gatos como gatos e lebres como lebres; o que favoreceu as imagens da velha MITSUCA.
A ventilação, também natural, revigora o costume de papear apoiando-se aos peitoris das seculares janelas a "apreciar o movimento" da vila.
A ventilação, também natural, revigora o costume de papear apoiando-se aos peitoris das seculares janelas a "apreciar o movimento" da vila.
A ELF, hoje sob o comando da viúva e dos filhos do marchand Gileno Müller Chaves, beira os 30 anos de existência e localiza-se no Complexo Bolonha, exatamente na casa nº60 da passagem de mesmo nome.
O espaço é amplo, tem dois pavimentos mais um porão habitável.
Reordenado para abrigar uma galeria de arte, é harmônico e guarda joias originais de sua construção como uma escada cararol de 1904 e ladrilhos hidráulicos sofisticados — a base dessa escada e os ladrilhos foram literalmente desenterrados pela arquiteta Graça Barroso, responsável pela obra.
Todo o acervo, disperso entre a galeria Bolonha 01 (em outra residência do Complexo já vendida) e a ELF da avenida Generalíssimo Deodoro (também vendida), está concentrado nessa edificação que integra o conjunto Bolonha, concluído em 1915; solução racional para uma administração criteriosa e responsável necessária à vida contemporânea.
Lá há uma ampla biblioteca, dentre outros ambientes aconchegantes e espaço adequado às oficinas de arte.
Como disse o PP: “É a única galeria profissional de Belém!”.
A doce Lucinha Chaves e seus dois filhos estão de parabéns!
Blog HB
Fotografia enviada pela ELF, originalmente colorida. Acima: Geraldo Teixeira, Jorge Eiró, Luciano Oliveira, Pedro Paulo Condurú, Ruma, Jocatos e Pedro Cunha; abaixo: HB.
Conheça a ELF GALERIA e o BLOG do PP.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Vira-latasboys se dão mal no Marco:
Longe da ficção da Globo em Duas Caras e sem a ajuda da barbie.
Na terça-feira passada, dia primeiro, por volta das 21 horas, uma cena dantesco-ilária ocorreu junto à parada de ônibus da Mauriti, colada ao estacionamento do Banco Real, a poucos metros da Almirante Barroso: três filhinhos de papai saíram do carro da "mamãezinha" com o firme propósito de agredir a proprietária da residência que reclamou da permanência irregular defronte à sua garagem de guia rebaixada como estabelece o Código de Trânsito Brasileiro. As bicholinhas se deram mal porque a senhora reagiu, digamos: à altura.
Uma pick-up fechada, daquelas que mostram que o pau do dono não passa dos 6cm em ereção, ostentando dois adesivos-banners no pára-brisas: um do Exército Brasileiro e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, estacionou com o pisca-alerta ligado no acesso mínimo ao imóvel — espaço fronteiriço a um inapropriado ponto de coletivos nunca visto pelos vereadores da capital paraense, os unânimes antibabagistas de parcos votos e ações justas inexistentes.
O automóvel, conduzido por uma jovem mulher, aguardava que seus outros três ocupantes retirassem do porta-malas apetrechos mauricínicos, atrapalhando o trânsito em um dos perímetros mais conturbados do bairro do Marco.
A proprietária da casa que esperava transporte reclamou da atitude fora da lei; pra quê? De pronto, na calçada, um dos pitmerdas, com o dedo em riste, a agride verbalmente para intimidá-la, gritando "fora daqui, isso é um taxi!"; não satisfeito, bate em seu ombro — agressão física fartamente testemunhada e registrada por celulares. Só que o gayzinho não esperava pela reação: uma bolsada com paralelepípedo dentro. Para sorte do colérico pústula a "luva de boxe adulterada" atingiu em cheio a cara de um de seus comparsas de crack, pó, microponto, ácido, doce, bala, ou sabe-se lá o que — não era maconha, porque maconheiros são da paz.
Quando a ficha caiu no cerebelo do playboy zarolho pela química, talvez com o efeito da pancada inesperada, ele, no orgulho de menino pimbudo, achou que poderia "jantá-la"; ledo engano, o vira-lata encontrará uma verdadeira pit bull em TPM.
Nossa heroína o golpeou novamente porque o provocador, covarde, já estava longe; mas a turma do "deixa disso" evitou que o man-sebo (ensebado) pegasse toda a surra acumulada que a puta da mãe dele lhe fora incapaz de dar.
Pelo visto eles moram perto e apanharão de novo, porque ela prometeu caçá-los e é exímia fisionomista.
O automóvel foi identificado e as providências cabíveis tomadas: a inicialmente agredida possui carteirinha da OAB, não o esparadrapo automotivo — por isso não divulgaremos as imagens.
A delinquência juvenil não está isolada na miséria social; tem carrão, roupas de grife e dinheiro suficiente para uma farra em plena terça-feira.
Dessa vez os vira-latasboys se foram com o rabinho entre as pernas gritando caim! caim! caim! Mas podem morder um edil lá pela Assembléia Paraense: pelo menos farão o bem e o mal em território de sua própria "classe"; na via pública correm o risco de encontrar a carrocinha.
Atenção papais e mamães: se seus filhinhos tivessem mexido com os travecas da outra esquina, hoje estariam putrefatos.
Quem não tem genitor em casa dá de cara com padrasto — no caso, madrasta — na rua!
Postscriptvm:
Desculpem-nos os leitores, o texto foi escrito com a passional revolta cidadã.
Nada contra a homosexualidade, os adjetivos e neologismos aqui utilizados têm outra conotação, jamais preconceito às opções sexuais afirmadas, senão à afetação ginecofóbica desenvolvida nesses marginais arrumadinhos de "consciência duvidosa".
Uma pick-up fechada, daquelas que mostram que o pau do dono não passa dos 6cm em ereção, ostentando dois adesivos-banners no pára-brisas: um do Exército Brasileiro e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, estacionou com o pisca-alerta ligado no acesso mínimo ao imóvel — espaço fronteiriço a um inapropriado ponto de coletivos nunca visto pelos vereadores da capital paraense, os unânimes antibabagistas de parcos votos e ações justas inexistentes.
O automóvel, conduzido por uma jovem mulher, aguardava que seus outros três ocupantes retirassem do porta-malas apetrechos mauricínicos, atrapalhando o trânsito em um dos perímetros mais conturbados do bairro do Marco.
A proprietária da casa que esperava transporte reclamou da atitude fora da lei; pra quê? De pronto, na calçada, um dos pitmerdas, com o dedo em riste, a agride verbalmente para intimidá-la, gritando "fora daqui, isso é um taxi!"; não satisfeito, bate em seu ombro — agressão física fartamente testemunhada e registrada por celulares. Só que o gayzinho não esperava pela reação: uma bolsada com paralelepípedo dentro. Para sorte do colérico pústula a "luva de boxe adulterada" atingiu em cheio a cara de um de seus comparsas de crack, pó, microponto, ácido, doce, bala, ou sabe-se lá o que — não era maconha, porque maconheiros são da paz.
Quando a ficha caiu no cerebelo do playboy zarolho pela química, talvez com o efeito da pancada inesperada, ele, no orgulho de menino pimbudo, achou que poderia "jantá-la"; ledo engano, o vira-lata encontrará uma verdadeira pit bull em TPM.
Nossa heroína o golpeou novamente porque o provocador, covarde, já estava longe; mas a turma do "deixa disso" evitou que o man-sebo (ensebado) pegasse toda a surra acumulada que a puta da mãe dele lhe fora incapaz de dar.
Pelo visto eles moram perto e apanharão de novo, porque ela prometeu caçá-los e é exímia fisionomista.
O automóvel foi identificado e as providências cabíveis tomadas: a inicialmente agredida possui carteirinha da OAB, não o esparadrapo automotivo — por isso não divulgaremos as imagens.
A delinquência juvenil não está isolada na miséria social; tem carrão, roupas de grife e dinheiro suficiente para uma farra em plena terça-feira.
Dessa vez os vira-latasboys se foram com o rabinho entre as pernas gritando caim! caim! caim! Mas podem morder um edil lá pela Assembléia Paraense: pelo menos farão o bem e o mal em território de sua própria "classe"; na via pública correm o risco de encontrar a carrocinha.
Atenção papais e mamães: se seus filhinhos tivessem mexido com os travecas da outra esquina, hoje estariam putrefatos.
Quem não tem genitor em casa dá de cara com padrasto — no caso, madrasta — na rua!
Postscriptvm:
Desculpem-nos os leitores, o texto foi escrito com a passional revolta cidadã.
Nada contra a homosexualidade, os adjetivos e neologismos aqui utilizados têm outra conotação, jamais preconceito às opções sexuais afirmadas, senão à afetação ginecofóbica desenvolvida nesses marginais arrumadinhos de "consciência duvidosa".
quarta-feira, 2 de junho de 2010
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