segunda-feira, 16 de novembro de 2009


Em setembro de 2010 Belém do Pará sediará o XVI Congresso Brasileiro de Meteorologia com o tema A Amazônia e o Clima Global.
A marca, já aprovada pelos organizadores do evento, foi uma criação em parceria com Ronaldo Moraes Rêgo, obedecendo diretrizes da comissão local que hoje a liberou para divulgação.
A imagem faz link à parte do Portal da Sociedade Brasileira de Meteorologia que dá informações (em pdf) sobre o Congresso e a cidade de Belém do Pará.
A presidência e vice-presidência da SBMET seguirão ocupadas, respectivamente, por Nelson Jesus Ferreira (CPTEC/INPE) e João Batista Miranda Ribeiro (UFPA) até o ano de 2010 — gestão bienal 2008/10.
Concomitante ao XVI CBMET ocorrerá, na capital paraense, o 1º Simpósio Pan-Amazônico de Meteorologia.

"Monumentos Urbanos Guardados na Memória da Cidade".

É mais um espaço virtual pensado pelo arquiteto Jaime Bibas que complementa, por variedade e unidade, o seu Retrovisor; além das crônicas que escreve à revista eletrõnica Belém do Pará.

No primeiro "exemplar" de Monumentos Urbanos Guardados na Memória da Cidade Bibas cita o Blog HB como "excelente", o que nos envaidece.
Constatamos que a reciploca é mais que verdadeira, pois o padrão de suas publicações no site Belém do Pará é impecável.
Foi-nos difícil encontrar "Monumentos Urbanos..." porque não vimos um atrelamento claro com as outras ações do Bibas no periódico internáutico.
Sentimos falta de um espaço específico para cada colaborador dentro do site.
Os links do Guia da Revista deveriam transportar os leitores a uma sub-página individual no Belém do Pará.
Isso ocorre em Colunas e Blogs (ou sites parceiros) dando-lhes independência aos distintos formatos.
Abração ao Bibas, de quem somos fãs de carteirinha e desejamos o merecido sucesso; extensivo a toda equipe do Belém do Pará.


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Barrrados no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá.

O Blog HB, privado que é, tem executado, de modo amador e por instrumentos precários, registros de construções ou modificações de cenários urbanos — memórias da Cidade.
Um fazer cego só para ver em que bicho dará: experimentos.
Não foi diferente há pouco, às 10:10h da manhã.
Após uma aula no Ateliê de Arquitetura e Urbanismo, seguimos para registrar o Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá — um condomínio que abrigará centros de pesquisas em diversos seguimentos.
Nos lotes cedidos por convênio pela Universidade Federal do Pará ao Governo do Estado do Pará surge o prédio do INPE — Instituto Nacional de Pesquisa Espacial —, e futuramente o da VALE — Companhia Vale do Rio Doce —; dentre outras edificações, inclusive de infraestrutura e apoio do complexo, que brotarão nos meses e anos vindouros.
No tempo presente as picadas na mata transformam-se em arruamento, uma medição de forças entre homem e natureza que merece ser acompanhada e guardada por fotografias e vídeos; ato negligenciado, talvez por falta de recursos ou equipamentos, quando o CAMPUS DO GUAMÁ estava nessa mesma fase, a de implementação.
Começamos a filmar próximo à saída do portão Bettina onde é possível enxergar as clareiras e o movimento de tratores e caminhões.
Identificamo-nos solicitando passagem ao encarregado do “edifício fronteira”, que  nos foi  concedida com simpatia por aquele distinto e humilde mestre de obras.
Seguimos de moto sobre a pista de piçarra a registrar o trabalho de aterro e terraplenagem, contudo, um automóvel Honda Civic nos interceptou, indagando o que ali fazíamos; explicamos tudo e novamente nos identificamos.
Fomos informados pelo condutor do Civic que a UFPA é a responsável pela segurança da obra e que a nossa presença seria estranha naquele local.
Dissemos que desconhecíamos o procedimento e perguntamos qual seria a solução viável, uma vez que o professor do curso de Engenharia Civil citado por ele como coordenador dessa segurança nos era notório.
Esse “fiscal condominial” (função hipotética) trouxe até nós um membro da referida equipe, com quem conversávamos ao mesmo tempo em que capturávamos as imagens, dando-lhe explicações do que faríamos com aquele material.
O celular desse moço tocou, era outro integrante da segurança, também docente da UFPA.
Disse-nos ao telefone que ele não estaria autorizado a autorizar fotos ou filmes da área.
Imagináramos que a questão residisse no perigo que corríamos com o tráfego de máquinas pesadas na lama.
Perguntamo-lhe então se aquele empreendimento seria secreto ou privado, já que estaríamos proibidos de documentá-lo, pois "uma ou duas fotos" como "concessão" seria exatamente o mesmo que PROIBIÇÃO e que isso constaria na postagem do blog.
Ele, irritado, disse que fizéssemos o que quiséssemos e bem entendêssemos (Como assim Bial?).
Compreendemos as aspas do autoritário manda quem pode, obedece quem tem juízo!.
Por isso interrompemos imediatamente as filmagens e comunicamos — para nos resguardar de um possível PAD — o fato ao diretor da FAU que nos autorizou a publicar o material já coletado: árvores emoldurando vias em compactação que ninguém imaginará onde, no globo terrestre, estarão localizadas; por isso as fotos do Google Earth servindo de bússola aos internautas.
O Blog HB não citou, nem citará nomes, porque acredita em mal-entendidos.
É possível que a nossa trupe (a Mitsuca, a Toni e quem escreve a vocês) tenha aparência de terrorista e o professor-segurança conferido isso pelo seu telemóvel.
Pelo jeito, se estivéssemos de ultraleve, seríamos abatidos por obuses.
Na verdade a "nóia" dos ocupantes do Honda Civic causou essa desavença, afinal, inexistindo segurança em Belém, todos somos bandidos em potencial, inclusive eles próprios: "becados" dentro de um sedã peliculado percorrendo terra-batida e atoleiros, à semelhança da Cosa Nostra.

Conseguimos apenas um "videoclipe do pião doido", pois roda, roda e não sai do lugar. Se não fôssemos barrados como espiões ou sabe-se lá o que, teríamos um documento da obra em execução, matando a curiosidade do povo que a paga.

Postscripitum:
Saiba mais sobre o projeto do Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá em postagem do MEIA DOIS NOVE ARQUITETURA E CONSULTORIA.
Ou na página oficial do PCT GUAMÁ.

Postscriptum 02:
Leitores garantem que houve um equívo na postagem: o automóvel dos bacanas não seria um Honda Civic e sim um Honda Accord. 
Como a logo e o design são da mesma montadora, não poderíamos precisar; tivemos a oportunidade de filmá-lo, junto com seus ocupantes, contudo, não era essa a intenção e um ato estúpido não justificaria outro. 

Belém do Pará: o indígno lucro sobre o suco de laranja.

Há algumas semanas os belenenses esbarram em centos ensacados de laranjas vendidos por 5 (cinco) Reais a unidade.
Tem em todo canto da Cidade, além das feiras livres.
Nos supermercados é outra história, devem ser vendidas como laranjas paulistas ao preço da laranja paulista, mesmo oriundas de Capitão Poço, um município do nordeste paraense.
Com treze dessas pequenas laranjas, mas suculentas e doces, faz-se um litro exato; ou seja, a centena da fruta rende um volume líquido de 7,7 litros.
Se considerarmos que a média do preço do suco de laranja praticado em restaurantes, bares, lanchonetes e clubes sociais sem fins lucrativos está em torno de 3 (três) Reais os "300ml" de um copo — nos casos onde há honestidade na capacidade do recipiente e o gelo vem a parte — e abatendo-se o custo de R$0,195 poderemos afirmar que os PATIFES lucram precisos R$2,805 líquidos por suco [mais os 10% obrigatórios (R$0,28) chegam aos absurdos R3,085].
Puta que nos pariu: quer dizer que o trabalho coletivo do agricultor, do transportador e do vendedor das laranjas é infinitamente inferior ao ato de cortar e espremê-las?
Então tá!
Mas tome o seu suquinho em casa que é mais saudável ao bolso.

13 laranjas de R$5,00 o cento (R$0,05 a unidade) = 1.000ml de suco.

1 litro de puro suco por R$0,65 em sua casa = RS10 em restaurantes, bares, lanchonetes e clubes; mais os forçosos 10%: R$11.


Postscriptum:
Se laranja fosse combustível um tanque do popular Uno Mille (50l) ficaria cheio com R$32,46.
Com gasolina pagar-se-ia R$140,00.
Um comparação nonsense só para lembrar que a gasolina (1.000ml) está com preços inferiores aos praticados ao copo de suco de laranja (300ml) nos estabelecimentos citados no texto.
Se você comprar 50 litros de suco de laranja em um restaurante pagará R$550,00.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mosqueiro: padrão LAMBRETTA 62 — azeite GREGO.

Na postagem Mosqueiro: padrão LAMBRETTA 62., feita em junho passado, falamos de um novo comportamento empresarial na Ilha do Mosqueiro — ou da teimosia de um "bom rapaz" que rema contra a maré, mas dá boas braçadas. 
Neste final de semana conferimos outra novidade: o uso do azeite extra virgem grego, dito o melhor do mundo, acompanhando as refeições e tira-gostos da barraca Lambretta 62.
O Blog sugere à diretoria do clube Assembleia Paraense que se reuna, antes das chuvas, no "Uólter"; afinal, todo dia é dia de aprendizagem.


Vídeo ilustrativo do "Lambretta 62", barraca da beira da praia do Chapéu Virado, propriedade do paranaense Walter Cercal, ou Walter Lambretta. 
Nesse horário, 10:30h da manhã desta segunda-feira, o estabelecimento preparava-se para servir o almoço, como qualquer outro restaurante que abre todos os dias da semana.


Os extra virgens KISSAMOS e NHEI KRETA em embalagens escuras de 500ml, ambos gregos, comprados no Superatacado MACKO por preço equivalente ao do azeite português Gallo.
A diferença de sabores é abissal: os azeites gregos são muito mais encorpados e doces, sem aquela "travinha" ao passar pela garganta.

Postscriptum:
Este post não é uma propaganda do Lambretta 62, mas um incentivo ao Walter para manter o gabarito sem deixar a peteca cair mesmo com os desapontamentos flagrados: o bro tava dependurado ao telefone puto da vida com o VISA que o deixara na mão por todo o final de semana.
É "UÓLTER": Mosqueiro só tem canais dentro da'água.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Um voo sobre Belém do Pará — por Arnaldo Dopazo.

Vista aérea da cidade de Belém do Pará em tomadas fotográficas de Arnaldo Dopazo:












Conjuntos ampliáveis para visualização.

"Brasil, um país de todos".

Por e-mail o advogado Paulo Cesar de Lima Santos nos informou que o Ministério da Previdência Social disponibiliza, dentre seus benefícios e há bastante tempo, o Auxílio Reclusão.

Amplie a imagem ou consulte os links no texto acima.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"Artistic Intentions in Iron Architecture".

Artigo escrito por Geraldo Gomes da Silva para The Journal of Decorative and Propaganda Arts 21 em 1995 intitulado Artistic Intentions in Iron Architecture.
As imagens são ampliáveis para a leitura* e observação das fotografias.






Material ampliável à leitura, contudo, há necessidade de zoom na tela do computador ou cópia da imagem para ajustes pessoais de brilho e contrastes.

*A tradução pode ser feita com o auxílio do Google Tradutor.